Vila Verde

Bombeiro vilaverdense nega prática de sexo no quartel e exige indemnização

O bombeiro vilaverdense Francisco Gomes volta a negar categoricamente o seu envolvimento  em qualquer acto de natureza sexual no quartel e exige o pagamento do salário dos dois meses em que foi suspenso, bem como uma indemnização no valor de 12500 euros por difamação. “Não houve acordo. A Direcção não quis. Vou até ao fim para limpar a minha imagem”, disse Francisco Gomes, em declarações ao Jornal de Notícias (JN), no final da audiência prévia, que decorreu ontem, no Tribunal do Trabalho de Braga.

Mas a contenda pode não ficar por aqui, já que o soldado da paz pretende levar o caso até às últimas consequências. “Quero saber quem é que pôs a notícia, que é falsa, nos jornais”, referiu, vincando que se limitou a mostrar o quartel a uma mulher, tal como é “normal” quando alguém deseja conhecer as instalações dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde. “Fui posto em causa na minha honra, profissionalismo e vida familiar, sem nada ter feito”, avançou Francisco Gomes ao JN.

O caso remonta a Setembro de 2014, altura em que alegadamente se terá levantado a suspeita de que o bombeiro teria levado uma amiga para o quartel e aí consumado actos de natureza sexual. A situação acabou por atingir grande proporções já que o caso foi badalado pela imprensa local e nacional.

Partilhe esta notícia!

Comentários

topo