Vila Verde

Luís Castro e Deolinda Pimenta visitam ATAHCA – Associação das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave.

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Foi duplo o sentimento com que os candidatos a deputados de Vila Verde nas listas do PS pelo circulo de Braga saíram da visita que fizeram à ATAHCA – Associação das Terras Altas do Homem Cávado e Ave, uma (re)conhecida entidade de desenvolvimento local há duas décadas ao serviço dos concelhos de Vila Verde, Amares e Terras de Bouro, em toda a sua dimensão, e de uma parte dos concelho de Braga e Barcelos.

Por um lado, de plena satisfação pelo trabalho de grande envergadura para o mundo rural que a ATAHCA tem desenvolvido enquanto centro incubador e dinamizador da implementação dos projectos PRODER, que em grande número têm permitido acudir ao património rural, material e imaterial, e possibilitado ajudas de inegável valor à consolidação de políticas sociais locais, sobretudo junto da primeira infância e no cada vez mais numeroso grupo da nossa população sénior. A formação profissional , modelar e especializada, bem como o, entretanto, extinto Centro de Novas Oportunidades, constituem outra vertente do trabalho que a ATAHCA tem colocado ao serviço das populações locais com grande êxito e resultados junto dos utentes que dele beneficiaram.

De grande preocupação, por outro, face à minguada perspetiva com que vai emergindo o designado quadro 2020, o que sobressaiu nas palavras preocupadas e magoadas do Prof. Mota Alves, Presidente da ATAHCA, que recebeu a comitiva socialista.

Para Luís Castro, “é inadmissível e confrangedor o atraso em que se encontra a colocação no terreno dos novos fundos comunitários e lamentável que a sua gestão esteja cada vez mais centralizada, num claro desrespeito pelo grande e meritório trabalho que instituições como a ATAHCA conseguiram desenvolver ao longo de muito tempo e do contributo que isso representou para muito do sucesso com eles obtido, numa ação de proximidade com incontornáveis vantagens para todos”.

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