Vila Verde

“Retoma económica renova a esperança dos empresários vilaverdenses no futuro da região e do País”

(Redação)

Candidatos vilaverdenses da coligação Portugal à Frente, Rui Silva e Miguel Peixoto, ouviram palavras de confiança na economia portuguesa, da parte de empresários do concelho que anteveem aumento das exportações.

“Nos últimos três anos, Portugal conseguiu o que nunca havia alcançado em termos de expansão e de internacionalização do seu tecido empresarial”. A ideia foi hoje defendida por Paulo Machado, jovem empresário vilaverdense, na presença dos candidatos a deputados à Assembleia da República, pelo círculo eleitoral de Braga da Coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP), Rui Silva e Miguel Peixoto, que foram acompanhados por diversos autarcas locais.

O dia dedicado pelos candidatos ao Emprego e ao Tecido Empresarial do concelho de Vila Verde terminou nas instalações da D2 Technology, empresa criada em 2003 por Paulo Machado, que emprega 25 pessoas e está sediada em Oleiros.

Esta empresa vilaverdense, dedicada à criação de máquinas e equipamentos industriais, é um verdadeiro caso de sucesso, faturando cerca de 4 milhões de euros anuais e exportando para países como a Alemanha, Estados Unidos ou Brasil. O objetivo contudo, afirma Paulo Machado, “não é ficar ou estagnar por aqui”. “Pelo número e volume das encomendas que temos, há que pensar num crescimento sustentado para o futuro próximo. Basta, para isso, que a economia continue a dar sinais positivos e os passos certos e firmes que tem dado”, analisou.

Por seu turno, o candidato a deputado da coligação Portugal à Frente, Rui Silva, afirmou, já depois de ter visitado duas outras empresas do concelho, que “é sempre um bom sinal ouvir os empresários referirem que expandiram ou tencionam expandir o seu negócio e que pretendem modernizar os seus métodos de trabalho”. “Estas palavras são reflexo de uma nova esperança na nossa economia”, avaliou Rui Silva.

Na resposta, Paulo Machado garantiu que, “pela massa empresarial, a atual coligação que governa o País ganhará as eleições” do próximo dia 4 de outubro, uma vez que “a economia portuguesa esteve à beira do precipício e deu um enorme volte-face, nestes últimos três anos”.

Com 42 funcionários permanentes e mais de 2 mil peças de olaria fabricadas por dia, a Castanheira e Dantas foi outro exemplo de sucesso vilaverdense constatado, na primeira pessoa, pelos candidatos a deputados Rui Silva e Miguel Peixoto. Criada há 25 anos e instalada em Vila Verde desde o ano 2000, esta empresa de olaria instalada em Cervães “só trabalha para exportação”. Trata-se, de acordo com os responsáveis da Castanheira e Dantas, de “um projecto só exequível no concelho de Vila Verde”. “Aqui tivemos imensa ajuda na instalação da empresa. Em Barcelos, por exemplo, não seria possível”, referiram.

Da conversa mantida entre deputados e empresários surgiu, ainda, uma outra ideia: a de se tentar, a nível nacional, numa primeira instância, e a nível local depois, criar uma marca identitária que certifique o produto com qualidade de fabrico portuguesa e, em concreto, para produtos criados em Vila Verde.

“Há clientes que nos pedem para deixar bem visível na peça que o produto é ‘Made in Portugal’, isso significa que, lá fora, sabem que o que fabricamos tem qualidade”, consideraram os responsáveis da Castanheira e Dantas. A este propósito, também Paulo Machado, da D2 Technology, afirma que “é com orgulho” que as máquinas fabricadas na sua empresa “são identificadas como produto português”.

A jornada dedicada ao emprego e ao tecido empresarial de Vila Verde arrancou, porém, nas instalações da Euroseparadora, de Avelino Dias, localizada em Arcozelo. Trata-se de uma empresa de triagem e valorização de resíduos e materiais recicláveis, que emprega mais de 40 pessoas e se dedica, fundamentalmente, à indústria automóvel e à exportação. Na ocasião, o candidato vilaverdense da coligação Portugal à Frente, Rui Silva, sublinhou a “coragem dos empresários que não se refugiam na crise e arriscam em novos projectos”. “É caso para dizer que os empreendedores vilaverdenses têm espírito de expansão e inovação”, afirmou. Já Avelino Dias acrescentou que, na sua empresa, “investe-se mais no crescimento em tempos de crise, altura em que se pode realmente dar o salto e realizar bons negócios”.

Portugal à Frente - Vila Verde - Euroseparadora (6)

Portugal à Frente - Vila Verde - Euroseparadora (5)

Portugal à Frente - Vila Verde - D2 (3)

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