Vila Verde

Casa cheia em Moure no apoio aos candidatos da coligação ‘Portugal à Frente’

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(Redação) Rui Silva e Miguel Peixoto foram recebidos por uma verdadeira multidão, em mais uma noite de sessões de esclarecimento nas freguesias.

Houve casa cheia em Moure, ontem à noite, para receber e apoiar os candidatos vilaverdenses a deputado da Assembleia da República, pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva e Miguel Peixoto.

Numa sessão de esclarecimento que – para além dos candidatos, contou com a presença do presidente do Município de Vila Verde, António Vilela, do presidente da Junta de Freguesia local, José Manuel Lopes, e do eurodeputado, “filho da terra”, José Manuel Fernandes – quase duas centenas de pessoas ouviram as ideias de Rui Silva e Miguel Peixoto, para defenderem os interesses vilaverdenses junto do poder central, nos próximos quatro anos.

Rui Silva, candidato da coligação Portugal à Frente, começou por advogar que o atual Governo “cumpriu com os objetivos traçados para o País”. “É certo que houve sacrifícios para todos, especialmente para os que mais podiam, não há que esconde-lo, mas esta política de contas rigorosas trouxe-nos de novo a esperança num país equilibrado e credível”, analisou, antes de sublinhar a importância da estabilidade da economia portuguesa.

“Para que os empresários saibam com o que podem contar, para que se sintam aptos a investir e a arriscar mais, devemos dar a este Governo um ciclo governativo de, pelo menos, dez anos, para que haja alguma estabilidade no país. Só assim o crescimento económico terá uma base sustentável”, afirmou Rui Silva.

O candidato a deputado assegurou, ainda, que não terá problemas “de ser uma voz incómoda, em Lisboa, se isso for de encontro aos interesses de Vila Verde e dos vilaverdenses”. “Foi aqui que concretizei toda a minha vida política e, como tal, Vila Verde terá sempre todo o meu empenho”, recordou.

Miguel Peixoto, também ele candidato da coligação nomeado pela Juventude Social Democrata de Braga, afirmou comungar das palavras e ideias do candidato Rui Silva e assegurou que a sua motivação “não poderá ser outra que não seja a de lutar pelos interesses dos jovens, mas acima de tudo, de Vila Verde e do Distrito de Braga”.

Já o edil do Município vilaverdense, António Vilela, começou por distinguir e sublinhar a diferença de postura da coligação e da oposição, à partida para esta campanha eleitora. “À medida que o tempo passa, vamo-nos apercebendo que o PS não tem um programa claro e que o melhor e mais estável programa de governação, para os próximos quatro anos, é o da coligação Portugal à Frente”, referiu.

O autarca do PSD lembrou a “excelente articulação” concretizada, nos últimos quatro anos, entre Governo e Município de Vila Verde, e apontou os exemplos da saúde, da educação e da assistência social como exemplo. “Hoje, não há um único vilaverdense sem médico de família. Também não conheço nenhum concelho com a nossa rede de escolas e, na área social, somos invejados por termos uma excelente resposta, quer ao nível da quantidade quer ao nível da qualidade da oferta”, exemplificou António Vilela.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, se há coisa que a sua prática executiva tem mostrado é que “a estabilidade e continuidade da mesma equipa em funções, por mais que um mandato, é fundamental para pôr em prática um plano de desenvolvimento sustentado”. “No caso destas eleições legislativas, quanto melhores forem os resultados em Vila Verde, maior e mais alto se fará ouvir a voz dos nossos deputados, em Lisboa”, acrescentou o edil.

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