Vila Verde

António Vilela defende que o projeto da coligação é o único viável para o país

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Nas sessões de esclarecimento de ontem à noite, que percorreram as freguesias de Freiriz, Dossãos e Gomide, foi da voz do mandatário da candidatura, António Vilela, que se ouviu o primeiro apelo à votação massiva na coligação que junta PSD e CDS-PP.

apelo à mobilização de todos para que façam passar a mensagem

“Para haver estabilidade é necessária uma maioria que dê condições de governabilidade à coligação. Por isso, apelo à mobilização de todos para que, nas redes sociais, no ambiente familiar ou no café com os amigos, façam passar a mensagem. Além disso, pode ser a primeira vez que Vila Verde venha a ter dois deputados na Assembleia da República, numa fase importantíssima para a revitalização e fortalecimento no tecido económico do País e do concelho”, desafiou o mandatário de Rui Silva e Miguel Peixoto, candidatos a deputado da Assembleia da República da coligação Portugal à Frente.

o projeto da coligação é o único viável para o país

Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, garante que aceitou ser mandatário “por acreditar que o projeto da coligação é o único viável para o país”. “Há quatro anos, um governo assinava um memorando com os credores e deixava ‘a pasta’ para outro ter que assumir os compromissos e cumprir. Ora, o mais incrível é que, de um ponto de partida de banca rota, ninguém imaginava que, dois anos depois, a tendência se invertesse de tal forma que, ao terceiro ano, já nos víamos livres da Troika”, resumiu, antes de considerar que “António Costa e o PS não têm uma alternativa credível, apenas conduziriam o País de novo ao retrocesso e à instabilidade”.

Dirigindo-se ao eleitorado vilaverdense, o candidato a deputado Rui Silva assegurou, por sua vez, que a presença de dois deputados da terra, em Lisboa, poderá ser “fundamental para alavancar definitivamente o desenvolvimento do concelho de Vila Verde e da região de Braga”. “Sabemos que estas são eleições legislativas, mas também sabemos que, nos dias de hoje, todas as decisões do Governo central têm implicação direta no nosso dia-a-dia e, se não tivermos lá quem seja os nossos olhos e os nossos ouvidos sujeitamo-nos a que decidam por nós e esqueçam a nossa terra”, avisou.

No entender de Rui Silva, o concelho de Vila Verde, em contra-ciclo com o País, “tem-se desenvolvido fortemente, nos últimos anos, porque tem havido um trabalho de aproximação dos agentes locais aos elementos com capacidade de decisão no seio do Governo”. “Quase todos os ministros e secretários de estado estiveram já no nosso concelho e o nosso presidente da Câmara tem o contacto pessoal de quase todos eles”, desvendou, antes de garantir que, em Lisboa, será “uma voz ativa na defesa dos interesses de Vila Verde”.

o pior que poderia acontecer à economia portuguesa, neste momento, era uma mudança de políticas

No seu entender, num plano mais nacional, “o pior que poderia acontecer à economia portuguesa, neste momento, era uma mudança de políticas”. “Se não houver, a longo prazo, uma continuidade de políticas coerentes, os empresários ficam com receio do futuro e retraem-se, não criando consequentemente emprego”, contextualizou.

O candidato a deputado, Rui Silva, entende, por outro lado, que “quem foi capaz de Governar e credibilizar o País, nas condições em que estávamos desde a chegada da Troika, terá capacidade redobrada para melhorar as condições de vida em Portugal executando a sua própria estratégia política”.

Miguel Peixoto aponta claramente à “promoção de políticas que defendam o futuro da juventude”, da sua geração e deu, inclusive, alguns exemplos de medidas bem aplicadas pelo atual Governo de coligação, desde que iniciou funções: “desde que este Governo reformulou e reconduziu o programa de estágios profissionais para o País, dois em cada três estagiários acabam por ficar nas empresas, com contratos de longo termo”, afirmou.

Eleito como representante dos jovens socialdemocratas do distrito de Braga para as listas da coligação neste ciclo, Miguel Peixoto assegura que, na sua linha de pensamento “estarão sempre em primeiro lugar, naturalmente, os jovens portugueses e, em especial, os vilaverdenses”. Nesse sentido, garante que não permitirá “que nenhum jovem português deixe os estudos ou a sua formação, por falta de condições económicas para o fazer”.

nunca foi tão simples a escolha, como desta vez

Em termos gerais, o jovem candidato a deputado da coligação, entende que “nunca foi tão simples a escolha, como desta vez”. “Temos em disputa um projeto de credibilidade e estabilidade, contra o despesismo típico do socialismo com uma política de curto prazo enquanto não se esgota todo o dinheiro e se volta à situação de 2011”, finalizou.

Redacção

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