Vila Verde

Rui Silva em Nevogilde e Oleiros, em campanha eleitoral pela PàF

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O candidato vilaverdense a deputado pela coligação Portugal à Frente, Rui Silva, deu ontem à noite continuidade, em Nevogilde e Oleiros, às sessões de esclarecimento da população que o levarão a percorrer todo o concelho de Vila Verde, até final da campanha eleitoral.

Vila Verde pode reivindicar mais investimento que muitas capitais de distrito

O candidato apelou, de forma vincada, a uma votação massiva dos vilaverdenses na coligação Portugal à Frente no sentido de “conferir maior poder de reivindicação dos autarcas do concelho junto do Governo Central”. “Os autarcas de Vila Verde têm uma relação de enorme proximidade com os membros do atual Governo, desde ministros a secretários de estado das mais diversas áreas. Ora, se lhes mostrarmos, uma vez mais, que o concelho é um bastião de apoio à coligação, mais fácil será esgrimir, depois, argumentos para captar investimento para a nossa terra”, defendeu Rui Silva.

Vila Verde, enquanto concelho, tem mais população que muitas capitais de distrito

O candidato reforçou a mensagem lembrando que os vilaverdenses “têm que ter noção da dimensão do seu concelho e do que isso pode significar”. “Vila Verde, enquanto concelho, tem mais população que muitas capitais de distrito, como Bragança, Guarda, Évora, Portalegre ou Beja, por exemplo. Só por si, este dado, que se traduz de forma indelével na contagem dos votos nas eleições legislativas, é um forte argumento para defendermos os nossos interesses, mostrando a força que temos”, resumiu.

Rui Silva garante que tudo fará para “defender os interesses e promover continuamente o desenvolvimento e crescimento de Vila Verde”. “Empenhar-me-ei, do primeiro ao último dia de legislatura”, assegurou.
Também o presidente da Câmara Municipal e mandatário concelhio da candidatura da coligação Portugal à Frente, António Vilela, defendeu que “estas eleições também têm muito a ver com o futuro das autarquias”. “As decisões que se tomam na Assembleia da República influenciam, direta e fortemente, o destino dos municípios e das freguesias”, afirmou o mandatário de Rui Silva e Miguel Peixoto.

começam já a surgir os primeiros sinais positivos, com mais apoios às empresas, mais empregos, aumentaram-se até as pensões mínimas e alguns salários

António Vilela diz ainda que, depois de um período de contração do investimento e de retrocesso económico, “começam já a surgir os primeiros sinais positivos, com mais apoios às empresas, mais empregos, aumentaram-se até as pensões mínimas e alguns salários”. “Nesse sentido, se isto foi conseguido após três anos de um enquadramento muito adverso, imagine-se o que esta coligação poderá fazer por Portugal, num cenário em que poderá aplicar o seu próprio projeto governativo”, concluiu.
A bancarrota de 2011, a vinda da Troika, a crise grega e a recuperação da soberania e credibilidade do País foram outros dos temas abordados nas sessões de ontem.

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