Vila Verde

Vilaverdenses da PàF pedem “estabilidade” para a economia e “segurança” para os empresários

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Os candidatos vilaverdenses a deputado da Assembleia da República pela coligação Portugal à Frente, no ciclo eleitoral de Braga, Rui Silva e Miguel Peixoto, deslocaram-se ontem à noite às freguesias de Sande e de Lanhas para pedir um “período de estabilidade governativa” para a atual maioria, que vá dos oito aos dez anos de exercício.

“A seguir à reconquista da credibilidade, vem a necessidade de estabilizar políticas. Nenhum empresário – e são esses que criam emprego, convém lembrar – investe milhões no crescimento da sua empresa se não souber com o que pode contar em termos de políticas económicas adotadas a médio prazo”, sublinhou Rui Silva, em Lanhas, perante várias dezenas de vilaverdenses que lotaram completamente o auditório escolhido para a realização da sessão de informação.
O candidato da coligação Portugal à Frente recordou as recentes visitas realizadas ao tecido empresarial do concelho, durante as quais recebeu um “bom sinal” ao ouvir os empresários referirem que expandiram ou tencionam expandir o seu negócio e que pretendem modernizar os seus métodos de trabalho. “Estas palavras são reflexo de uma nova esperança na nossa economia”, avaliou Rui Silva.
Por sua vez, Miguel Peixoto, candidato vilaverdense sugerido pela distrital da JSD para as listas da Coligação no ciclo de Braga, lembrou que “nos últimos três anos, Portugal conseguiu o que nunca havia alcançado em termos de expansão e de internacionalização do seu tecido empresarial”.

Ideia, aliás, igualmente defendida por vários empresários vilaverdenses, no dia dedicado pelos candidatos ao Emprego e ao Tecido Empresarial do concelho de Vila Verde.

“Pelo número e volume das encomendas que muitas das nossas empresas recebem, há que pensar num crescimento sustentado para o futuro próximo. Basta, para isso, que a economia continue a dar sinais positivos e os passos certos e firmes que tem dado. E, para tal, é preciso estabilidade e segurança. É assim que se cria emprego”, acrescentou.

Este foi, sem dúvida, o tema dominante dos debates mantidos com quase uma centena de vilaverdenses, em Sande e Lanhas, numa noite em que a falência portuguesa de 2011, a vinda da Troika e a posterior reconquista da soberania e credibilidade do País não foram esquecidas.
Assim como também não passaram ao lado as garantias dadas pelo candidato Rui Silva de tudo fazer em matéria de Educação, Saúde e Ação Social, para “proteger os que menos têm” de qualquer tipo de privação indigna. “Enquanto deputado, nunca aprovarei nenhuma lei que retire rendimentos aos que menos têm e menos recebem”, assegurou.
Num outro plano, coube posteriormente ao mandatário da candidatura, em Vila Verde, António Vilela, traçar a distinção, em jeito de conclusão, das listas de candidatos da coligação Portugal à Frente e do principal partido da oposição, no distrito de Braga.

“A lista da coligação em Braga é, de longe, uma mais-valia comparativamente com as de outras forças políticas. Temos uma lista de inúmeros perfis com currículos de deputados, secretários de estado e, até, de ministros. Gente com qualidades técnicas e provas dadas”, resumiu.

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