Vila Verde

“Não há criação de emprego se não houver crescimento económico”

Rui Silva, candidato da PàF, lembrou ontem à noite na freguesia de Cervães, Vila Verde, que “não há criação de emprego, se não houver crescimento económico” e que este depende da estabilidade financeira do País.

Os candidatos vilaverdenses a deputado da Assembleia da República pela coligação, Rui Silva e Miguel Peixoto, foram recebidos com “entusiasmo” e no sala lotada no Centro Escolar da freguesia para ouvir falar do futuro do emprego.

“O Estado já não cria empregos, desengane-se quem ainda pensa dessa forma. Nós temos é que fomentar a aposta no fortalecimento da economia, para permitir às empresas crescerem e criarem postos de trabalho”, analisou Rui Silva, antes de assegurar que nunca votará uma “lei que implique qualquer tipo de corte nas pensões ou salários mínimos”, nem que a mesma surja da sua própria bancada parlamentar.

O candidato da coligação Portugal à Frente recordou, ainda, as visitas realizadas ao tecido empresarial do concelho, durante as quais recebeu um “bom sinal” ao ouvir os empresários referirem que expandiram ou tencionam expandir o seu negócio e que pretendem modernizar os seus métodos de trabalho. “Estas palavras são reflexo de uma nova esperança na nossa economia”, avaliou Rui Silva.

O candidato a deputado, Rui Silva, entende, por outro lado, que “quem foi capaz de Governar e credibilizar o País, nas condições em que estávamos desde a chegada da Troika, terá capacidade redobrada para melhorar as condições de vida em Portugal executando a sua própria estratégia política”. “Não podemos permitir ao País regressar a ser refém do despesismo socialista, acrescentou, lembrando a governação “teimosa e desvairada” de José Sócrates.

Por isso, na próxima legislatura, “já com um projeto governativo sem limitações externas”, Rui Silva e Miguel Peixoto apoiarão um Governo de coligação “que aposte indubitavelmente em quatro áreas fundamentais”: a educação, a saúde, a segurança social e a criação de emprego.

Já Miguel Peixoto, candidato nomeado pela distrital da JSD, falou do “exemplo que Cervães é para todo o concelho”. O jovem candidato afirmou que, “nos últimos três anos, Portugal conseguiu o que nunca havia alcançado em termos de expansão e de internacionalização do seu tecido empresarial” e que, como tal, quer “evitar a todo o custo, o regresso a uma política de vistas curtas e a prazo”. Miguel Peixoto assegurou igualmente que, na sua linha de pensamento, “estarão sempre em primeiro lugar, naturalmente, os jovens portugueses e, em especial, os vilaverdenses”.

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