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Mais oito quilómetros de rede de gás natural para Vila Verde

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O concelho de Vila Verde está a beneficiar de uma verdadeira revolução energética, pois as obras de instalação de rede de gás natural irão aumentar à rede existente uma extensão de 8km. Este serviço passará a estar disponível em mais umas centenas de habitações vilaverdenses.

Objetivo da modernização do concelho e de reforço da sua atratividade concretiza-se na forte aposta nesta solução energética mais segura e eficaz e que permite importantes poupanças mensais a todos os utentes.

Câmara de Vila Verde está a implementar uma política de isenção da Taxa de Ocupação do Solo com conduta de gás natural, decisão que se reflete numa importante poupança anual para os munícipes e para os agentes económicos aderentes.

O presidente da câmara, António Vilela, faz um balanço muito positivo do processo de instalação das infraestruturas da rede de gás natural.

“A decisão do executivo da não aplicação da TOS (Taxa de Ocupação de Subsolo) que decorre da utilização e aproveitamento de bens do domínio público e privado municipal, neste caso concreto, a ocupação do subsolo pelas redes de distribuição de gás natural, vem ao encontro da política fiscal que está a ser implementada no concelho de Vila Verde para atrair investimentos suscetíveis de promover a qualidade de vida e o bem-estar das populações. Com a não aplicação da TOS, o que não acontece na maioria dos Concelhos, a fatura deste serviço será mais barata em Vila Verde. Continuaremos a ajudar as famílias Vilavedenses”, diz.

O edil Vilaverdense afirma que a rede de 8 km a instalar no território concelhio representa um “importante salto qualitativo no acesso de muitos vilaverdenses a uma energia com significativos benefícios económicos” e que assim contribui para “o aumento da competitividade do concelho de Vila Verde”.

O presidente da câmara sublinha ainda, a propósito do grande aumento da área coberta por este serviço, que “o gás natural, além das vantagens económicas, se traduz também em maior comodidade e segurança para os utentes e tem um menor impacto ambiental”.

“Revelando-se, assim, da maior importância que as famílias, as instituições e as empresas concelhias tenham à sua disposição esta alternativa energética”, destaca António Vilela.

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