Braga

“Vem aí momento importante para a JP”, afirma Francisco Mota

A Juventude Popular de Braga marcou presença no conselho Nacional da estrutura centrista realizado no último sábado em Alvaiázere no distrito de Leiria.

Para além da presença do presidente da estrutura da JP de Braga, a concelhia local ainda se fez representar pelos conselheiros nacionais, Ricardo Machado, Alexandre Gancer, Bruno Fernandes, Marco Dias e Francisco Silva.

Segundo a estrutura local Bracarense este Conselho Nacional serviu para preparar o Congresso Nacional que ditará a nova liderança da Juventude Popular, tendo sido aprovado por larga maioria o Regulamento, bem como a Comissão organizadora do Congresso que será presidida pelo Jovem de Tomar Francisco Tavares e que contará na sua equipa com o Bracarense Francisco Silva.

Em declarações o líder da JP de Braga e Vice da Nacional referiu “este é um momento importante para a nossa estrutura, este conselho nacional foi o início da caminhada até à escolha da nova liderança da Juventude Popular que se fará nos próximo mês de Dezembro entre os dias 12 e 13”.

“Muito mais que escolher um presidente, o País fará certamente a escolha por uma equipa capaz, competente, responsável e de confiança para a estrutura”, disse Francisco Mota.

Este líder referiu ainda “este mesmo Congresso assinala o fim de um ciclo, liderado pelo Miguel Pires da Silva, e abre um novo, em que a Juventude Portuguesa espera muito da estrutura e do que será a nossa visão para o futuro do País e das próximas gerações.”

“A Juventude Popular tem por obrigação histórica de assumir-se como uma geração para portugal, a onde cumpra os desafios a que se propõem na defesa dos seus idealismos mas sobretudo na defesa dos Jovens Portugueses” disse o líder centrista bracarenses.

Por ultimo Francisco Mota referiu o quanto é necessário credibilizar e valorizar a política, “quando entrei na vida política foi convicto que poderia dar um contributo significativo na construção de um novo modelo político e em que as estruturas mais jovens dos partidos se tornassem opinativas do mundo que as rodeiam, produzindo conteúdo e quadros políticos de qualidade, em vez de se tornarem apenas trampolins dos aparelhos partidários”, disse.

Para o jovem democrata cristão, o caminho “não foi, não é e não será fácil”.

“Porque aqueles que comigo têm palpado este trilho lado a lado, sabem o quanto é difícil viver e sobreviver pondo em causa todos os dias o conformismo, a incompetência e a ocultação, em prol da diferença, do mérito e da verdade. Sempre fui e serei Leal aos meus mas sobretudo à minha consciência. Este é o Norte, de estar na vida e de dar o melhor contributo em sociedade “, vaticina Francisco Mota.

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