Curiosidades

Epidemia de tampinhas na Santa Casa de Vila Verde faz surgir “Banco T”

Os colaboradores da Santa Casa Misericórdia de Vila Verde (SCMVV) fundaram o “Banco T”,  o primeiro Banco de Tampinhas de Vila Verde. A história começou num simples ato de recolher tampas de alguns funcionários. Daí até ao primeiro saco de tampinhas foi epidémico.

Tiago Russel, colaborador da SCMVV, explica que tudo começou com um grupo de profissionais de Saúde das diversas valências do Hospital da Misericórdia de Vila Verde.

“Associaram-se ao movimento de recolha de tampinhas, encabeçada por Emília Costa, uma vilaverdense conhecida por recolher e armazenar tampas em plástico e posteriormente canalizar para reciclagem, utilizando o valor de venda na doação de equipamentos médicos, ortopédicos ou similares”, explica Tiago Russel.

As questões ecológicas e solidárias são também uma das outras preocupações que fazer crescer o “Banco T”. Tiago Pereira, enfermeiro, e a Ana Fernandes, assistente social, aperceberam-se do desperdício de tampas em plástico e decidiram, também eles, juntar para ajudar.“Temos a consciência que pequenos gestos podem fazer a diferença”, frisam.

Convicto da vertente humana e solidária que se gerou, o  Provedor da SCMVV, Bento Morais, acaba por ser o fiel depositário do banco. “Disponibilizou logo todos os meios para que esta campanha seja um sucesso”, refere Tiago Russel.

A recepção do Lar da SCMVV torna-se agora um ponto de entrega de tampas de plástico para a comunidade, o tal “Banco T”. “Isto é apenas o começo”, diz Tiago Russel, indicando que “são necessárias toneladas de tampas em plástico para a obtenção de equipamentos médicos elétricos”.

Partilhe esta notícia!

Comentários

topo