Cultura

EXCLUSIVO: queixas da Adere-Minho que deram entrada na ASAE remetidas para o tribunal. Uma das queixas remonta a 2015

A ASAE remeteu para o tribunal as queixas que Adere-Minho processou via online. Uma das queixas, e ao contrário do difundido, não remonta a este ano, mas sim a dezembro de 2015. Apesar da Adere-minho ter distribuído nota de imprensa a 14 de fevereiro, dia da Gala Namorar Portugal, dando conta das queixas na ASAE, estas só acabaram por entrar dois dias depois, a 16 de fevereiro. Uma contra a Lameirinho e outra contra a TAP.

Esta autoridade policial acabou por registar e remeter as queixas para a esfera do Tribunal de Vila Verde.

No entanto, e confirmado pela ASAE, este ano civil não entrou  nenhuma queixa contra a Aliança Artesanal ou a Câmara de Vila Verde. Segundo fonte da ASAE, há sim uma queixa que remonta a 2015 contra a Aliança Artesanal datada do dia 1o de dezembro.

 

O presidente da Câmara de Vila Verde já veio a público referir que “está tranquilo” em relação às queixas da Adere-Minho. “Vamos continuar a trabalhar como sempre os motivos dos lenços. A nós só nos interessa o que é de Vila Verde”, disse.

O Semanário V tentou contactar a TAP e a Lameirinhos e aguarda por resposta quanto ao eventual uso indivíduo dos Lenços de Namorados.

A Adere-Minho é entidade detentora da marca “Lenços de Namorados do Minho” como “marca e indicação geográfica”. Esta entidade com sede em Soutelo, Vila Verde, é ainda organismo de certificação de produtos artesanais tradicionais acreditado pelo IPAC.

 

Nuno Cerqueira / Paulo Moreira Mesquita

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