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Dirigentes da Associação Musica de Vila Verde agradecem aos socialistas “desbloqueio” financeiro

Redação
Escrito por Redação

O deputado Joaquim Barreto exortou os dirigentes da Associação Cultural e Musical de Vila Verde a «desenvolver todos os esforços» para garantir o ensino da Música no concelho e até, se possível, ampliar a cobertura territorial ao seu alcance.

O presidente da Federação Distrital do PS/Braga aproveitou o encontro com Júlio Dias e Idílio Nunes para relevar a importância desta disciplina na educação e formação dos jovens de localidades onde a oferta deste ensino especializado é reduzida.

O encontro, solicitado por aqueles dirigentes associativos, pretendeu servir de «agradecimento» a Joaquim Barreto e aos demais parlamentares, nomeadamente Sónia Fertuzinhos, que «se empenharam para que o Governo desbloqueasse os financiamentos protocolados para o ensino artístico».

O deputado socialista fez, neste contexto, uma particular alusão ao papel das bandas filarmónicas, «sempre esquecidas pelos sucessivos governos», que, sendo «um património nacional», «continuam a dar um muito significativo contributo para a coesão social e para a preservação da identidade cultural» das localidades onde existem.

Ao coordenador dos deputados eleitos pelo PS no Círculo de Braga – que, na circunstância, se fazia acompanhar pelo vereador e dirigente socialista José Morais, que intermediou esta relação — os dois diretores da Associação Cultural e Musical de Vila Verde quiseram transmitir que já lhes «foi paga» a dívida que o Governo anterior arrastou durante longo tempo e que quase fez perigar a existência desta, como de muitas outras instituições.

«Queremos dizer-lhe que já nos foram pagos os 190 mil euros em atraso e que, sabendo do empenho que o senhor deputado Joaquim Barreto e outros colegas de bancada dispensaram a este assunto, tal como a ajuda do senhor vereador José Morais, procurando sensibilizar o Governo, queremos também transmitir-lhes o nosso muito obrigado», disse Júlio Dias.
Joaquim Barreto respondeu ainda, disponibilizando-se para «continuar a ajudar» a academia de música vilaverdense no seu relacionamento «com as instâncias governamentais ou com autarcas da região.

Este – recorde-se — foi um dos primeiros «assuntos complicados» a que o atual Governo deitou mão logo após a tomada de posse, tendo sido então aprovada em Conselho de Ministros uma resolução que delegou no Ministro da Educação a competência para a prática de todos os atos realizados no âmbito de contratos de patrocínio para os anos letivos de 2015-2016, 2016-2017 e 2017-2018.

Com esta medida, que pretendeu resolver os problemas de financiamento das escolas do ensino artístico especializado de música, dança e artes visuais e audiovisuais, ficou acautelada a não interrupção dos procedimentos em curso e a execução dos contratos de patrocínio para os anos letivos seguintes.

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