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Casa do Povo de Ribeira do Neiva “indignada” com assinatura de protocolos durante inauguração das instalações municipais de ação social

“Não mandatei ninguém para assinar qualquer tipo de protocolo, exceto a diretora”. Palavras de João Evangelista Gomes, presidente da Casa do Povo de Ribeira do Neiva (CPRN), que mostra indignação com a assinatura de dois protocolos por parte de António Vilela, edil de Vila Verde, e Susana Silva, coordenadora do projeto CLDS 3G, durante a inauguração das instalações municipais dos serviços de Ação Social, que decorreu esta tarde.

O CLDS 3G é um contrato local de desenvolvimento social (terceira geração) promovido por uma parceria entre a Casa do Povo da Ribeira do Neiva e a Cruz Vermelha de Prado (CVP). Ao que foi possível apurar junto do presidente da CPRN, nenhum responsável da instituição sabia que iam ser assinados protocolos. “Nós nem sabíamos, pensávamos tratar-se de uma mera inauguração”, vincou, acrescentando “só a diretora técnica da casa do povo é que tem autorização para estas situações na minha ausência”. João Gomes afirmou ainda que a Casa do Povo está “indignada com toda esta situação”.

Manuela Soares, diretora técnica da CPRN, estava presente na inauguração do novo espaço e abandonou ao aperceber-se da situação. Ao Semanário V, esclareceu que saiu “porque senti que não tinha de estar ali”.

“Foi meramente um protocolo assinado entre a câmara de Vila Verde e a Doutora Susana. O CLDS é um acordo entre a Casa do Povo de Ribeira do Neiva e a Cruz Vermelha de Prado, nada mais do que isso”, disse.

O Semanário V tentou entrar em contacto com António Vilela, mas sem sucesso até ao momento.

(Notícia completa na próxima edição do Semanário V do dia 16 de março)

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