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“Eu não sei quem a Casa do Povo de Ribeira de Neiva mandatou para assinar o protocolo CLDS”, afirma António Vilela (c/áudio)

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António Vilela, edil de Vila Verde, afirmou esta tarde em declarações à margem do protocolo “Dentiviva”, que se está “a fazer uma tempestade num copo de água” no caso CLDS/Caso do Povo de Ribeira do Neiva (CPRN), afirmando mesmo, e no que diz respeito ao facto dos protocolos terem sido assinados pela coordenadora do CLDS, Susana Silva, que “é um problema interno da Casa do Povo de Ribeira do Neiva”.

“Eu não sei quem a CPRN mandatou para assinar o protocolo. Isso é um problema interno da instituição”, diz, descartando responsabilidade do facto do protocolo não ter sido assinado por ninguém da direção da CPRN.

Quanto à casa mãe do CLDS, António Vilela diz que essa “é em Ribeira do Neiva”. “Em Vila Verde é apenas um pólo descentralizado, assim como Parada de Gatim em Marrancos vão ter gabinetes do CLDS descentralizados”, esclarece o presidente da Câmara de Vila Verde, dando conta de uma maior abrangência (concelhia) do protocolo de cooperação entre a Casa do Povo de Ribeira do Neiva, através do CLDS, como Gabinete de Inserção Profissional, Câmara de Vila Verde e a Comissão de Proteção de Menores.

(Notícia completa na edição da próxima quarta-feira, 16 de março, do Semanário V)

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