Destaque

“Município Vila Verde insiste em não dar benefícios ao nível do IRS”, afirma Paulo Marques

Partilhe esta notícia!

O CDS-PP de Vila Verde, através do líder Paulo Marques, lamentou a “ausência de apoios ao nível do IRS” aos cidadãos vilaverdenses por parte da autarquia. Segundo Paulo Marques, são apenas 91 os municípios que dão apoio relativamente a 2015.

“A nível de IRS Ponte de Lima (com uma redução de 5%) é um exemplo e uma referência nacional. No lado oposto estão concelhos como, infelizmente, o de Vila Verde que insiste em não dar benefício algum às suas gentes ao nível do IRS, contrariando a própria tendência de gestão autárquica que procura reter os seus habitantes e estimular a vinda de muitos outros para habitarem e aí viverem e criarem as suas famílias”, afirma Paulo Marques, que acusa ainda a câmara liderada por António Vilela de anda a “passo de tartaruga”.

O líder centrista está preocupado com o facto de comunidades como Vila Verde terem uma população profundamente envelhecida, onde nascem cada vez menos crianças e onde os jovens têm, cada vez mais, dificuldade em encontrarem emprego e na sua terra construírem projeto de vida.

“Lamentamos, por isso, que não haja definida e implementada uma visão estratégica futura para combater este flagelo, sendo que nesse sentido, a redução do IRS é um contributo importante e factor de estimulo à permanência. Reforçamos uma vez mais a ideia que a família é o pilar da nossa comunidade e garante do futuro dos concelhos e do próprio país e, por isso mesmo, deve ser apoiada, valorizada e protegida”, diz Paulo Marques.

A título do que aconteceu anteriormente com a taxa de IMI, onde o CDS-PP fez aprovar por unanimidade em Assembleia Municipal de 28 de fevereiro de 2015 a redução consoante o número de dependentes a cargo incentivando ao mesmo tempo a natalidade e cativando novos casais a viverem em Vila Verde, O CDS-PP quer agora que a câmara siga o mesmo “caminho” .

“Com medidas concretas para que as famílias vilaverdenses sejam protegidas já em 2016. O IRS seria um bom caminho”, frisa.

Comentários

topo