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Política: “Qualidade do ensino deve ser prioritária”

A Junta de Soutelo, através do presidente Filipe Silva, voltou a tornar público um comunicado a propósito do “caso das turmas”. Para Filipe Silva a manutenção das turmas Soutelo deve-se “ao trabalho e determinação”.

“Com recurso à política de proximidade, junto das pessoas, mas também junto de quem Governa, defendeu-se a qualidade e o percurso dos alunos que estão agora no 1.º ciclo de ensino, protegendo além destes alunos, naturalmente, também as suas famílias”, afirma.

Para o autarca a prioridade imediata passa “pela qualidade do ensino”. “Essa foi garantida, mantendo os padrões de elevada qualidade e a dignidade no acesso à educação”, frisa.

Filipe Silva recorda que o Centro Escolar de Soutelo foi construído em 2014, com um investimento de um milhão de euros dos cofres públicos.

“Um estabelecimento dotado de excelentes condições, preparado para receber todos os alunos de Soutelo e de freguesias vizinhas se necessário. No entanto, nos últimos dois anos temos que lutar para evitar que o Centro Escolar seja estropiado e que a sua capacidade seja reduzida, unicamente por vontade política de quem gere os destinos do Concelho de Vila Verde”, lamenta o autarca, que diz “temos lutado para evitar a deterioração da qualidade de ensino das nossas crianças e o desperdício irresponsável e negligente do dinheiro dos contribuintes”.

“Um problema que voltou este ano a ser resolvido com empenho e afinco, recorrendo a meios adequados à gravidade da situação. Com deslocações a Lisboa, contactos e reuniões presenciais com os responsáveis pelo DGEstE e com a Sra. Secretária de Estado da Educação, Alexandra Leitão. É fácil de perceber, até à vista dos olhos mais desatentos, que não é com o envio de um fax que se resolve uma questão desta amplitude e importância. Só desta forma e com atitudes pró-ativas e de sentido de responsabilidade se conseguiu reverter a anunciada decisão de reduzir turmas”, recorda.

O presidente da junta diz que o objetivo principal “é garantir que a questão não se repita, mas para isso é necessário uma mudança de postura das entidades vilaverdenses responsáveis pela matéria”.

“É necessário que cumpram as suas reais obrigações na reorganização do mapa escolar, sem politizar a educação, e que parem de cortar turmas em estabelecimentos de ensino que estariam em crescimento se realmente servissem o propósito para que foram construídos”, remata o presidente de junta, que agradece “aos que efetivamente contribuíram para encontrar a solução”.

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