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Barbudo: Cemitério pode vir a ser alvo de “referendo” depois de queixas por falta de espaço

A Junta de Vila Verde e Barbudo prepara-se para lançar uma auscultação pública, uma espécie de “referendo”, que pretende perceber se o cemitério deve ser alvo de alargamento ou surgir um novo “eterno descanso”. Até porque, e como foi comprovado pelo Semanário V, o cemitério atual está cheio e no último enterro surgiram algumas queixas, nomeadamente via email enviado à redação de alguma imprensa.

Com o funeral de Armando Lopes, septuagenário que havia sido encontrado sem vida no seu apartamento, onde jazia ao fim de algumas semanas, algumas preocupações foram levantadas, como a de que o cemitério não “possui espaços nem condições necessárias”.

O Semanário V falou com José Faria, presidente da junta de Vila Verde e Barbudo, que confirmou a necessidade de “ampliação do cemitério”, negando no entanto que não houvesse espaço para sepultar Armando Lopes.

A falta de espaço na “última morada” é problema recorrente no concelho, com cemitérios de Cervães, Prado e Vila Verde, a necessitarem de requalificação, mostrando que, em termos de espaço, parece andar tudo pela hora da morte.

(Leia a notícia completa na edição nº37 do V, já nas bancas)

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