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CDS/PP: Paulo Marques quer mais “coragem política” em Vila Verde e elogia Mota Alves

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Paulo Marques, do CDS/PP de Vila Verde, aborda o tema dos incêndios, que tem provocado acusações entre PS e PSD concelhios, pedindo medidas de longo prazo no reordenamento do território, com incisão nas zonas florestais e agrícolas, entre outras soluções, apelando à classe política vilaverdense que pare de “esgrimir argumentos de retórica política básica”, acrescentando que “já todos sabem que não passa de campanha autárquica”.

“Haja visão!”, disse Marques ao Semanário V, acrescentando que há a necessidade de inovar na discussão de ideias, falando em  “coragem política” e “estratégia de médio e longo prazo”. O político centrista acredita que a melhor solução para os incêndios que assolam o concelho assenta em mais soluções para a prevenção, como a reestruturação do PDM em relação ao ordenamento das zonas florestais e agrícolas, e por ações de sensibilização e melhor manutenção dos espaços florestais, classificando um cadastro florestal como “necessário”, “Isso é algo que ainda não foi feito em Vila Verde, nem em grande parte dos concelhos no país”, disse Paulo Marques em relação a uma possível discussão sobre o cadastro e análise das possíveis alterações nas zonas agrícolas e florestais do PDM, de forma a evitar todos os gastos que se tem com incêndios.

Paulo Marques falou ainda de outros assuntos, em exclusivo ao V, como das “potencialidades existentes das instituições em Vila Verde”. “Temos de juntar as associações à mesma mesa com os políticos e demais responsáveis”, disse Marques, acrescentando que “não se trata de criar uma associação única, mas sim pôr as pessoas que percebem do assunto reunidas à mesa com o município para se tentar chegar a algum plano que seja realmente eficaz para prevenir os incêndios”.

A figura máxima do CDS/PP de Vila Verde deixou ainda elogios a Mota Alves (ATAHCA) e a Fernando Xavier (CAVIVER) a quem classificou de”exemplo de homens que há muitos anos têm ideias claras e muito válidas sobre os caminhos futuros, e que sabem como poucos”, referenciando a capacidade de ambos para que possam ser uma ajuda no reeordenamento de território, assim como os próprios cidadãos, que “devem trabalhar em comunhão com os governantes”, disse o centrista.

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