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Gême: Ministério Público não esquece atropelamento e fuga e pede condenação

Homicídio por negligência e omissão de auxílio. São essas as acusações que recaem sobre Joaquim Barroso, que terá atropelado um octagenário em Gême, e que voltou agora à barra dos tribunais por reabertura do caso, depois da primeira apreciação ter sido considerada “nula”, devido a contradições do acusado.

Segundo o Ministério Público (MP), Joaquim Barroso deve ser condenado por atropelamento mortal e fuga do local do crime, sem ter prestado qualquer auxílio à vítima.

Joaquim Barroso terá alegado que pensou tratar-se de um animal, mas o MP não aceita esse argumento, e quer responsabilidades para o empresário vilaverdense. “Atropelou e deixou a vítima à sua sorte”, terá acusado o MP.

O caso encontra-se em julgamento no tribunal de Vila Verde, com duas audiências já feitas.

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