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CDS-PP rejeita coligação e está unido aos vilaverdenses na mudança

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“Um PSD desgastado e cansado” e “um PS coxo”. É assim que Paulo Marques, líder do CDS-PP de Vila Verde, vê os partidos de com assento na Câmara de Vila Verde. Para além desta visão, Paulo Marques assume ainda que o CDS-PP de Vila Verde não vai concorrer às eleições autárquicas coligado, rejeitando desta forma qualquer projeto conjunto com PSD.

“Em reunião de Comissão Política do passado dia 15 foi decidido e aprovado por unanimidade a apresentação de um projeto político próprio às próximas eleições autárquicas em Vila Verde”, frisa Paulo Marques, que sublinha o facto da decisão ser “vinculativo para o partido e de cariz definitivo”.

“Surge da convicção que o Concelho de Vila Verde precisa de uma nova esperança para o seu futuro, e que essa nova esperança, hoje mais do que nunca, deverá ser assente numa ideia mais humanista da vida e da sociedade, que coloque a realização e felicidade das famílias e as pessoas no centro da atuação política. É para isso, e nesse sentido, que o CDS apresentará um projeto jovem e ambicioso – de curto, médio e longo prazo – que levará ao escrutínio popular nas próximas autárquicas em 2017”, destaca Paulo Marques.

Para o líder do CDS-PP, o projeto que representa é “aberto, solidário e cooperante”. “É particularmente relevante quando temos, por um lado, o Partido Socialista coxo e ideologicamente muito confuso – o que não lhe permite ter uma visão séria para o futuro de Vila Verde – e por outro, o PSD é hoje um partido desgastado e cansado, sem capacidade de regeneração e mudança, já sem energia para conduzir com visão estratégica este Concelho a um novo futuro”, aponta Paulo Marques, que assina com os vilverdenses “um projecto sério, profissional e de mudança para o concelho”.

“Será responsabilidade do CDS ter voz activa, devolvendo a esperança às famílias e aos jovens vilaverdenses”, vaticina.

(Notícia completa com ENTREVISTA ao líder do CDS-PP de Vila Verde, na próxima edição impressa do V, 19 de outubro)

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