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Morais acusa Vilela de “tentar atirar areia para os olhos dos vilaverdenses”

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José Morais, vereador socialista, não concorda com as críticas que António Vilela deixou ao governo durante a celebração do dia do concelho, na segunda-feira (24).

“Para justificar aquilo que tem sido o falhanço do seu mandato, o presidente da câmara, em plena sessão de celebração do dia do concelho, dia de festa, quando se devia estar a falar das coisas boas do concelho, resolveu tecer críticas ao governo pelo facto de faltarem muitas infraestruturas básicas em Vila Verde”, acusa José Morais. “Na política não vale tudo, e neste caso não vale a pena tentar atirar areia para os olhos dos vilaverdenses”, acrescenta Morais, negando que a responsabilidade da não execução da variante à EN101 seja do governo socialista.

“Conforme se pode comprovar pelo documento para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado, documento orientador plurianual, publicado em Diário da República, 1ª série – N. 162 – 20 de Agosto de 2015, foi Governo PSD retirou das prioridades a Variante à EN101”, lê-se em comunicado enviado às redações.

“Foi o governo PSD que retirou das prioridades a variante à EN101”, acusa José Morais, apontando “posição demagógica” a António Vilela, a quem acusa também de “não conseguir esconder o falhanço da sua governação”.

José Morais puxa ainda “galões” aos políticos socialistas de Vila Verde, garantindo que “conseguiram junto do poder central a variante do Cávado, Escolas do Pico, Ribeira do Neiva e Moure, Escola Profissional Amar Terra Verde, Centro de Alto Rendimento do CN Prado, entre outras”, acusando Vilela de “não sair do concelho à procura de investimento”.

Morais questiona ainda qual a influência do PSD de Vila Verde junto do poder central, e quais as “obras de relevo que se fizeram em Vila Verde durante a governação social-democrata”, dizendo que “todos os concelhos vizinhos têm acessos a autoestradas, variantes, parques industriais pujantes, boa cobertura de abastecimento de água, boas redes de saneamento e ensino superior”.

Morais finaliza dizendo que “muitas das obras necessárias para o concelho não estão a ser realizadas porque o atual presidente da câmara não tem nenhum peso político a nível nacional”.

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