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Carlos Lopes: Trabalhou em discoteca para pagar estudos e hoje é o arcipreste de Vila Verde

Carlos Lopes é a ponte da Igreja em Vila Verde com a arquidiocese de Braga e tem encarado o papel de arcipreste de Vila Verde com “orgulho e satisfação”.

Nascido no concelho de Tabuaço, Viseu, onde o pai, natural de Terras de Bouro, ajudava a construir a barragem do Lindoso, passou a infância na freguesia de Chorense, em Terras de Bouro, onde iniciou as lides religiosas como acólito, como explicou ao Semanário V.

(…)

“A minha juventude foi passada a trabalhar, acabei por entrar no seminário quando tinha 16 anos, e nessa altura já tinha trabalhado em vários sítios, e não foi por começar a estudar que parei de o fazer”, revela, desvendando que um desses trabalhos foi numa discoteca.

“Já no seminário, trabalhei numa discoteca em Terras de Bouro, a Pachá, onde arrumava copos e trabalhava no bar”, conta, entre risos. No entanto a carreira como “barman na noite” foi forçada a ter um fim.

(Saiba mais sobre Carlos Lopes na edição nº51 do Semanário V, já nas bancas)

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