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António Vilela diz que “Câmara não vai pagar nada” no processo Pró Vila Verde

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A empresa MGR quer cobrar dívida de cerca de um milhão de euros à Câmara de Vila Verde e António Vilela já foi notificado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, como adianta em manchete o Semanário V desta quarta-feira.

Em causa está uma PPP (Pró Vila Verde) fundada em 2008 e que tinha como objetivo várias requalificações. Casos da Casa da Cultura, campo de jogos de Turiz e Pico de Regalados, construção de piscinas, escolas, Mercado Municipal e do Pavilhão Multiúsos, entre outros equipamentos previstos numa espécie de “caderno de encargos” que ultrapassava os 20 milhões de euros.

No entanto, e ao que o V apurou, não são conhecidos investimentos realizados pela PPP, muito por culpa dos fundos comunitários que acabaram por “esvaziar” o objetivo para qual a Pró Vila Verde foi idealizada.

António Vilela, e apesar das inúmeras tentativas, não esteve disponível para esclarecer ao V o caso. No entanto, numa fase inicial, disse que a sociedade Pró Vila Verde estava extinta, mas acabou por revelar que afinal havia recebido, já em 2017, uma notificação do tribunal.

Fonte próxima da Câmara de Vila Verde, confirmou ao V o caso, no entanto adiantou que “a câmara não vai pagar nada”. “Quer porque a Pró não tem liquidez, quer porque o contrato para a construção de equipamentos no concelho não foi cumprido, nem sequer arrancou qualquer obra”, confirmou fonte camarária, acrescentando que António Vilela vai propor o fim da PPP.

(Notícia completa na edição impressa do Semanário V, já nas bancas)

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