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Adere-Minho. “Lamentamos linguagem imprópria de António Vilela e JMF”

A Adere-Minho, e através de nota de imprensa, lamenta a linguagem utilizada por António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde (CMVV), e José Manuel Fernandes (JMF), ex-autarca e atual eurodeputado do PSD, a propósito do caso que opõe município e Adere-Minho quanto a alegada dívida da autarquia vilaverdense.

Abílio Vilaça, da Adere-Minho, classifica como “imprópria” a linguagem utilizada. “Ao ter conhecimento pelos órgãos de comunicação social das afirmações efetuadas pelos senhores presidente do executivo da CMVV, António Vilela e pelo eurodeputado, José Manuel Fernandes, lamenta a linguagem utilizada, imprópria de quem tem as responsabilidades públicas que assumiu em favor de toda a comunidade”, lê-se no comunicado.

O responsável da Adere-Minho assinala que “o caso Adere Minho”, é conhecido dos vilaverdenses e encontra-se a ser julgado no Tribunal de Braga desde abril de 2016.

“É conhecido que a Adere-Minho assinou com a CMVV um protocolo de recuperação do imóvel da antiga Escola Primária de Soutelo. Esse compromisso assinado pela CMVV e pela Adere-Minho compromete o envolvimento financeiro das duas entidades em partes iguais na recuperação do referido imóvel que é património público. A Adere-Minho cumpriu a sua parte, esperando que a CMVV assuma a sua”, sublinha Abílio Vilaça, acrescentando que “a Adere-Minho aguarda paciente e civicamente que a justiça reponha a verdade, não deixando de em tempo oportuno analisar as afirmações efetuadas e de pugnar pela defesa do seu bom nome”.

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