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Regadio. “Junta de Cabanelas teve um papel ativo na aprovação do projeto”

A Junta de Cabanelas veio esta noite a público reclamar “trabalho feito” no processo do Regadio de Cabanelas/Sabariz, isto depois de acusações lançadas por Francisco Xavier, alegado presidente da Junta de Agricultores do Regadio de Cabanelas (associação sem atividade e eleições desde 2001), que se proclamou a única entidade que lutou pelo Regadio.

Segundo António Esquível, autarca de Cabanelas, a junta “teve um papel ativo na aprovação do projeto”.

“Fizemos várias reuniões com responsáveis governamentais no próprio local, tentando-os sensibilizar para a necessidade e vantagens da obra”, afirma Esquível via comunicado, dando como prova ata de uma reunião da Assembleia de Freguesia em 27 de abril de 2016.

“Esta junta, consciente das suas responsabilidades e sensibilizada por várias partes interessadas, utilizou os meios ao dispor para requerer uma reunião com o senhor Secretário de Estado responsável pelo processo a fim de desbloquear o novo projecto de rega da veiga de Cabanelas e requalificação dos caminhos agrícolas”, frisa.

Esquível deu conta ainda da reunião feita com secretário de Estado da Agricultura,  Luís Vieira, promovida pelo deputado Joaquim Barreto com presença também do vereador municipal José Morais, e o presidente da Junta de Cabanelas, António Esquível Gomes, onde foi transmitido que “a muito breve tempo o projeto iria avançar”.

“Conforme a Direção Geral de Agricultura já assumiu publicamente a análise e decisão que antecedeu a aprovação da candidatura, coube exclusivamente ao Ministério da Agricultura, desde a primeira hora o nosso interlocutor”, lê-se no comunicado.

António Esquível termina o comunicado frisando que “finalmente” o projeto vai arranca ao fim de “15 anos”. “Com esta decisão do Governo, Cabanelas e os seus ficam indiscutivelmente a ganhar com esta mais-valia conseguida, situação da qual muito nos congratulamos”, lançando críticas à ausência de parceiros na freguesia para o processo.

“Esclarecemos também, que lamentavelmente não encontramos na freguesia parceiros para poder existir uma colaboração mais próxima e vantajosa, que tornassem mais eficazes os anseios dos agricultores”, vaticina.

 

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