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Greve. Trabalhadores de supermercados param antes do Natal

Fernando André Silva

Aumentos salariais e negociação do contrato coletivo de trabalho são as reivindicações dos trabalhadores da grande distribuição, o que vai motivar várias ações de greve com protestos confirmados por parte de trabalhadores do Pingo Doce, Minipreço e Lidl.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), armazéns e lojas um pouco por todo o país vão ser afetadas com uma paralização coordenada dos trabalhadores, e é já a partir desta sexta-feira.

No sábado, trabalhadores dos armazéns do Pingo Doce e do Minipreço vão protestar em frente à sede da Sonae, no Porto. No mesmo dia, trabalhadores das diferentes valências do Lidl também vão protestar na sede da empresa, em Lisboa.

No dia 23 e 24, é esperado pelo sindicato que todo o setor da grande distribuição fique parado.

Os trabalhadores estão em luta pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores, eliminação da tabela B de salários, que é aplicada em todos os distritos menos Lisboa, Porto e Setúbal, e exigem progressão automática dos operadores de armazém para nível especializado.

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Jornalista