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Braga. Gestão dos monumentos será feita por consórcio público-privado

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Escrito por Redação

A gestão do património monumental de Braga vai ser entregue a um consórcio público-privado com o objetivo de “consertar esforços” na “salvaguarda, valorização e fruição” daquela mais-valia, adiantou o presidente da autarquia.

Segundo explicou Ricardo Rio, está ainda previsto um plano de investimentos até 2020 de seis milhões de euros.

Aquela “estrutura formal”, explanou, será composta pela Câmara Municipal de Braga, pela Diocese de Braga, pela Universidade do Minho e pela Direção Regional de Cultura do Norte, sendo que a autarquia já fez um “levantamento preliminar” do património que será colocado sob alçada do consórcio.

“O objetivo é consertar esforços de várias entidades para salvaguarda, valorização e fruição de todo o património arqueológico de Braga, o que faz todo o sentido uma vez que grande parte desse património está nas mãos de privados, como a Diocese ou a Universidade do Minho”, explicou Ricardo Rio.

Com o novo consórcio, o autarca espera assim que “seja potenciado” o valor do património monumental do concelho.

“Queremos ainda desenvolver o trabalho em rede e traçar uma estratégia consertada de forma a potenciar o património bracarense e mesmo ganhar mais capacidade de intervenção e de recursos a fundos, como os fundos comunitários, por exemplo”, referiu.

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