Braga

Balanço. “Criminalidade tem vindo a baixar”, diz comandante do posto da GNR de Braga

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José Castro, comandante do posto territorial de Braga, faz um balanço positivo dos seis meses há frente daquele força policial, destacando a descida progressiva dos índices de criminalidade e apontando como mais gravosos incidentes em Palmeira e Frossos, sob a sua tutela.

“Braga não é uma área pacata”, começa por referir, enfatizando até que “está longe de o ser”.  “A criminalidade tem vindo a baixar ao longo dos anos na nossa área e durante estes últimos seis meses a tendência manteve-se, com duas exceções que foram atípicas”, refere. “Tivemos o assalto ao banco em Palmeira e um roubo com disparo de pistolas em Frossos que foram situações mais complicadas”, diz.

O comandante considera “positiva” a adaptação destes últimos seis meses, confessando no entanto que ainda se está a adaptar à área.

“Seis meses ainda é pouco tempo para um conhecimento real deste concelho. São cerca de 40 freguesias numa área extensa com cerca de 50 mil habitantes. Isso requer muitas horas no terreno para conhecer a realidade”, disse o comandante ao Semanário V, à margem de um simulacro decorrido em Palmeira, onde participou como supervisor de uma patrulha do destacamento de Braga.

Fundador e chefe de equipa durante uma década do Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação (NICAV) da GNR de Braga, habituado a estar no terreno com os operacionais durante esse período, defende que “um comandante não se pode abstrair da zona de ação”, e tem tentado fazer disso uma realidade, confessando que “a secretária” rouba demasiado tempo para “conhecer o terreno”.

“Um comandante está muito absorvido pela burocracia e tem dificuldade de ir para o terreno devido a esse problema”, vinca, deixando ainda o alerta para a falta de condições do posto, que está temporariamente num contentor. “A última reclamação que recebemos no livro amarelo foi das condições do posto”, finaliza.

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