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Ambiente. Queixa de ratazanas e lixo nas ruas de Amares já chegou à Quercus

Redação
Escrito por Redação

O acumular de lixo em contentores no concelho de Amares e a existência de ratazanas que sobem pelo esgotos em pleno perímetro urbano foram esta semana sinalizado através de uma denúncia à organização ambiental Quercus.

Na queixa, a que o V teve acesso, assinada pelo morador Vítor Azevedo, é apontado que o concelho “sofre de um grave atentado ambiental e de saúde pública”, expondo que várias situações foram denunciadas por vereadores da oposição durante reuniões de executivo, mas nada foi resolvido.

Na origem da queixa estará a revolta de comerciantes na Av. Santo António, devido à existência de ratazanas naquela que é uma das principais avenidas de comércio em Amares.

O vereador Pedro Costa, em reunião de Câmara alertou os restantes vereadores e executivo que os comerciantes queixaram-se da existência de ratos a entrar nas lojas”, começa por referir a queixa.

Na mesma reunião, o presidente da Câmara de Amares, Manuel Moreira, terá dito que a situação resulta de falta de civismo das pessoas, que deixam sacos de resíduos abertos nos dias em que não há recolha de lixo.

Mas as queixas dos comerciantes da Av. Santo António, arrastam-se no tempo e falam mesmo em esgotos e prédio inacabados na origem da praga.

À imprensa, proprietários de estabelecimentos de restauração confirmam a existência de ratazanas nas redondezas, havendo mesmo alguns que já tiveram de eliminar ratos dentro dos estabelecimentos.

A queixa dirigida à Quercus refere que “a situação é de facto alarmante e merece total dedicação de associações que protegem o meio ambiente e a população”, apontando ainda a Manuel Moreira e à Câmara a total responsabilidade desta situação, para além da responsabilidade do “acumular de lixo” em diversos pontos de recolha.

“É possível verificar que em durante o ano todo existem diversos contentores com lixo a transbordar dos contentores”, refere ainda a carta à organização, alegando que a justificação de que isso só acontece no verão e na época do Natal é uma “invenção da autarquia”.

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