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Braga. A 24 de março a cidade ficará às escuras durante uma hora

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Escrito por Redação

A Hora do Planeta é uma iniciativa da WWF (World Wide Fund For Nature) que teve início em 2007 em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e acima de 2.000 empresas apagaram as luzes durante uma hora, numa tomada de posição contra as alterações climáticas.

Um ano mais tarde a Hora do Planeta tornou-se um movimento de sustentabilidade global com mais de 50 milhões de pessoas, em 135 países, a mostrarem o seu apoio a esta causa ao apagarem, de forma simbólica, as suas luzes. Assim, monumentos reconhecidos internacionalmente ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa e em qualquer parte do planeta.

Em 2017, no nosso país, mais de uma centena de municípios aderiram e centenas de monumentos emblemáticos nacionais ficaram às escuras, como a Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos e o Cristo Rei, só na Grande Lisboa.

Assim, em 2018, todos os bracarenses são convidados a apagarem as suas luzes durante uma hora no sábado, dia 24 de março, às 20h30, para mostrarem o seu apoio à ação ambientalmente sustentável.

Em comunicado, o Município de Braga compromete-se em 2018 a “continuar a proceder à substituição da iluminação pública trocando os equipamentos de vapor de sódio por equipamentos em tecnologia LED. Em 2017 instalou já essa tecnologia em 8 espaços públicos e em 2 edifícios públicos e 2 centros escolares, reduzindo em 60 a 70% o consumo energético dos mesmos”.

O Município irá desligar por 60 minutos, durante a Hora do Planeta, os seguintes monumentos: Arcada, Pópulo, Praça do Município, Congregados, antigo Hospital de S. Marcos, GNRation, Sé, Santuário do Sameiro, Santuário do Bom Jesus, Monte do Picoto, Posto de Turismo, Av. da Liberdade, Largo Carlos Amarante, Praça da República, Rua do Souto, Rua D. Diogo de Sousa, Largo da Senhora-a-Branca, Rua dos Chãos, Rua Andrade de Corvo, Campo das Hortas e Rua de S. Marcos.

O Município sugere ainda que “envolvendo-se os municípios ou não, todos os cidadãos conscientes o podem/devem fazer. Basta apagar as luzes do local onde se encontrarem, nesse período. Mas a ideia é que não se fiquem pelo simbolismo e tomem consciência dos seus hábitos de consumo e se adaptem, de forma a terem uma menor pegada ecológica”.

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