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Vila Verde. Nem os autarcas ficam indiferentes ao vinho do Vade

(c) Tiago Henrique Dias / Semanário V
Tiago Henrique Dias
Escrito por Tiago Henrique Dias

Vade, primeiro fim de semana de março. O Festival do Vinho Verde das terras do Vade assinala a sua segunda edição. Uma iniciativa pioneira que tem como objetivo ajudar a escoar o produto dos pequenos produtores vinhateiros desta região a norte do concelho.

Um dos pais da iniciativa, Carlos Cação, autarca da U.F do Vade conta ao Semanário V que o objetivo é dar a conhecer os produtos da região e permitir que quem produz o vinho tenha um mercado para dar a conhecer ao ‘grande público’.

 

 

O sucesso do ano passado criou a necessidade de alargar para dois dias o certame; o primeiro dia com a animação de rusgas e música electrónica para os mais resistentes noite adentro.

Mas não é só de vinhos que se fala no Pavilhão Gimnodesportivo do Vade. Há lugar para produtores locais de queijo e também mirtilos aos quais se juntam ainda o Centro Social de Covas, a Fabriqueira da Paróquia de Atães e as diferentes associações juvenis que fazem parte da UF do Vade.

Quem por lá passar pode usufruir da degustação de vinhos e das tradicionais sopas de burro cansado.

Carlos Cação acrescenta que este ano pela primeira vez se tentou ir buscar a tradicional papa de milho que é servida no espaço designado aos almoços e jantares desta mostra de produtos locais.

João Caniço, um dos produtores de vinho verde mostra-se satisfeito com a iniciativa e valoriza o facto de tantos produtores locais poderem assim ter um lugar para, não só vender, mas também criar uma rede de conhecimentos para futuras vendas.

E nem o mau tempo afugentou as centenas de pessoas que se atrevem a provar os produtos locais, incluindo o presidente da Câmara, António Vilela e o seu ‘oponente’ José Morais.

Fica a promessa de no próximo ano se repetir a iniciativa.

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