Vila Verde

Vade. Vai nascer um novo centro para idosos na antiga escola de Covas

Escola primária de Covas, na UF do Vade, Vila Verde c) FAS / Semanário V
Fernando André Silva

O executivo da Junta da União de Freguesias do Vade, em conjunto com o Município de Vila Verde, vão levar a cabo uma requalificaçao da antiga escola primária da freguesia de Covas, em Vila Verde, para se transformar num centro que presta apoio aos utentes do Centro Social de Covas.

O anúncio foi feito ao V pelo presidente da junta, Carlos Cação, à margem do Festival do Vinho do Vade, e deverá incidir num alargamento no número de utentes do Centro Social de Covas, que dá autalmente apoio domiciliário a 37 idosos.

Contactada pelo V, a diretora daquele centro social, Luísa Gonçalves, explica que a requalificação surge no âmbito de criar um espaço para desenvolver atividades com os idosos. “Neste momento, o serviço que fazemos é de apoio domiciliário aos idosos das freguesias do Vade e outras limitrófes, incluíndo Grovelas, em Ponte da Barca”, refere a diretora, apontando como “37” o número de utentes.

“A ideia passa por tirar os idosos de casa, porque muitas vezes estão sozinhos, isolados, e precisam deste tipo de resposta”, diz a diretora, apontando “60” como prespetiva de utentes após a requalificação da antiga escola.

Luísa Gonçalves está expectante em relação a esta nova empreitada, apontando uma média de idades dos 87 anos nos utentes do Centro Social de Covas. “A população aqui é muito envelhecida, nós prestámos apoio na casa do utente mas esperamos, com as novas instalações, criar uma área de atividades para eles, um sítio onde possam passar o dia”, refere a diretora.

“Automaticamente, depois das obras estarem concluídas, vamos aumentar para 60 idosos, abrangendo outras freguesias limitrófes, como Barros ou Sande”, explica ainda a diretora, que fez três anos em funções neste mês de março.

Ao V, a diretora fala ainda num futuro próximo, conseguir criar uma forma de alargar o apoio prestado durante o dia para o período nocturno. “Estamos a estudar a melhor hipótese, mas ainda é cedo para avançar medidas concretas”, finaliza.

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Jornalista