Braga

Turismo. Braga quer ser “destino preferencial à escala global”

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Escrito por Redação

Realizou-se esta sexta-feira o 1.º Fórum de Turismo de Braga. A iniciativa, promovida pela Câmara de Braga e pela Associação Comercial de Braga, decorreu no Museu D. Diogo de Sousa e teve o objectivo de alavancar a dinâmica do sector, promovendo o debate e a partilha de experiências entre profissionais, empresários e entusiastas ligados ao Turismo na região e no país.

Esta primeira edição teve um foco especial no caso de Braga, cidade que se quer “afirmar como um dos principais destinos turísticos à escala ibérica”. Ao longo do dia, diferentes agentes debateram o Turismo Cultural e Religioso, a Gastronomia e Vinhos, o Turismo Cientifico e de Negócios e, também, o Plano Estratégico do Município de Braga para o setor.

A sessão de encerramento do Fórum esteve a cargo de Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga que sublinhou que o turismo é um “setor fundamental” para o desenvolvimento do país, e de forma particular, desta região e do concelho. “Os dados positivos que se têm registado nos anos mais recentes são também furto de uma conjuntura que favorece o nosso destino. Acredito plenamente que temos condições para transformar esta conjuntura numa verdadeira estrutura, com um turismo sustentável e tornando Braga um destino que nos anos vindouros continue a ser preferencial à escala global”, afirmou, lembrando que a cidade conjuga dois atributos especiais: uma “história vastíssima” com o “espirito inovador e empreendedor” da juventude e dos tempos modernos.

De acordo com o autarca, a visibilidade de Braga tem vindo a crescer a nível internacional e estão reunidas as condições para a cidade se tornar, nos próximos anos, um dos cinco principais destinos de turismo a nível nacional. “Queremos continuar a profissionalizar os agentes e qualificar a oferta, proporcionando a quem nos visita uma experiência memorável. Temos realizado um trabalho concertado entre todos os agentes que nos permite construir uma visão partilhada, definir objectivos concretos e assumir de forma co-responsável iniciativas para responder a necessidades concretas que vamos identificando”, referiu.

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