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Braga e Vila Verde. Homem duplamente agredido queixa-se de ser alvo de perseguição

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Fernando André Silva

Um homem queixa-se de ter sido agredido por desconhecidos duas vezes na via pública, em Braga e em Vila Verde, suspeitando que as agressões provêm de ordem da mulher e de um “amigo” desta.

Em declarações ao Semanário V, Bruno Silveira, residente em Real, Braga, afirma que foi agredido por dois desconhecidos à ida para casa naquela freguesia bracarense, na passada semana.

“Estava num café a ver o jogo e quando me dirigi para casa fui agredido por dois homens num local escuro. Dirigi-me direto à PSP e apresentei queixa de agressão contra desconhecidos”, conta. Também em Vila Verde, já nesta segunda-feira, o homem terá sido agredido pelos mesmos homens. Das duas vezes foi transportado para o Hospital de Braga e hoje fez exames no Instituto de Medicina Legal.

Bruno suspeitou que estas agressões poderiam ter origem “interna” na família e acabou por se deslocar por uma segunda vez à esquadra da PSP, apresentando “suspeitas” da origem das agressões.

Aconselhado por um amigo, Bruno concordou sair de casa no passado domingo em Real, mudando-se temporariamente durante o fim de semana para Vila Verde, para casa de um irmão, situada no Beco da Oliveira, junto aos Talhos Meireles.

O homem voltou a queixar-se de agressões por parte dos dois individuos já nesta segunda-feira. Alega que, ao sair do apartamento do irmão, os homens voltaram à carga, deixando ainda o recado para “não se meter com a família errada”. Bruno voltou a apresentar queixa, desta vez na GNR.

Ao V, Bruno Silveira não adiantou mais pormenores sobre quem será o alegado “mandante” destas alegadas agressões, mas tem suspeitas. “É uma pessoa conhecida no concelho e que tem bastante dinheiro”, refere, não revelando mais pormenores.

Pelo que o Semanário V apurou, o caso vai seguir para o Ministério Público e deverá conhecer novos desenvolvimentos durante os próximos tempos.

Quanto a possíveis agressões de futuro, Bruno Silveira diz não ter medo. “Não me vou esconder. Não fiz mal a ninguém e tenho a minha vida para viver. Espero que a justiça seja célere e que eu possa voltar a andar em paz na rua”, finaliza.

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Fernando André Silva

Jornalista