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Política. Adriano Ramos (JSD) quer abrir núcleos em Soutelo, Cabanelas, Ribeira e Vade

Fernando André Silva

Aumentar o número de núcleos para haver representatividade em todas as freguesias do concelho. É esse o grande objetivo de Adriano Ramos, eleito a 11 de novembro do ano passado como novo presidente da Juventude Social Democrata (JSD) de Vila Verde.

Depois de se ter envolvido ativamente nas eleições para a comissão nacional da ‘jota’ laranja, sendo candidato a vice-presidente de uma das listas, Adriano Ramos revela agora que quer “reestruturar” a JSD/Vila Verde.

“O objetivo de qualquer presidente de concelhia é aumentar à militância, mas o nosso objetivo passa por aumentar também o número de núcleos. Vamos assim reestruturar a JSD/Vila Verde, não por ela estar fraca porque é uma das mais fortes do país. Queremos é reestruturar no sentido de criar novos núcleos à volta para criar mais envolvência no concelho”, refere, apontando até algumas freguesias como exemplo.

“Posso dar o exemplo da união do Vade. Vamos lá criar um núcleo muito brevemente. As datas já estão combinadas e já temos gente capaz de levar o projeto a bom rumo”, refere o líder da JSD. “Mas não é só naquela zona. Ribeira do Neiva também é uma prioridade, assim como Cabanelas e Soutelo”, expõe Adriano Ramos.

Questionado sobre a possibilidade de querer “invadir” as freguesias tipicamente socialistas, Adriano Ramos refuta. “Não tem nada a ver com ser isto ou aquilo. Tem a ver com representatividade. Há que completar todo o concelho com núcleos. São poucas as freguesias que ainda não têm núcleos mas ainda há algumas e o objetivo é preencher essas zonas em falta”; diz.

“Apesar de termos lá militantes, não temos núcleo. É preciso núcleo para haver uma maior colaboração entre esses militantes das freguesias e a própria comissão política. Os núcleos dão voz às pessoas daquela freguesia. Assim conseguem ter mais peso nas decisões”, explica.

E por falar em comissão política, questionado pelo V, Adriano Ramos diz ainda ser cedo para falar de apoios a candidatos, até porque ainda não há oficialmente.

“Relativamente às eleições para o partido, não se sabe quando vão ser e ainda não vi tomada posição pública de nenhum militante que queira ser candidato à concelhia.

“Não acho que faz sentido andar-se a falar seja do que for. Não sei quem são por isso não vou dizer que vou apoiar seja quem for. Quando eles aparecerem logo decido”, finaliza.

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Fernando André Silva

Jornalista