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BE questiona Governo sobre fecho do CS do Vade. Cação diz que é temporário

(c) FAS / Semanário V
Fernando André Silva

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, através dos deputados Pedro Soares, Moisés Ferreira e Jorge Falcato, questionou o Ministério da Saúde sobre o futuro encerramento temporário da extensão de saúde da Portela do Vade e para onde serão deslocalizados os utentes durante as obras.

Segundo aqueles deputados, a população servida por essa extensão, que, apurou o V junto da ARS Norte, deve entrar em obras no início de julho, terá receio que a mesma não volte a abrir.

O BE aponta ainda que “é necessário saber quando estas vão estar concluídas bem como saber se, em articulação com o poder local, vão ser equacionadas medidas de apoio para o transporte dos utentes”.

O Semanário V contactou Carlos Cação, presidente da Junta da UF do Vade, que garantiu que o encerramento do centro de saúde será apenas durante o período em que decorrem as obras (6 meses) e que a deslocação dos utentes será assegurada para o centro de saúde de Vila Verde com transporte oferecido pela junta e pela Câmara de Vila Verde a todos que tenham consulta.

Ao que o V apurou, esse pedido de transporte pode ser feito através dos serviços no Espaço Cidadão, junto ao Multiusos do Vade.

Segundo Cação, a hipótese avançada para substituir a atual extensão de saúde seria a Casa do Povo, mas a mesma necessita de uma intervenção para adequar as instalações aos requisitos da ARS Norte, “um investimento avultado”, diz Cação, e sem possibilidade de ser construído atempadamente.

O autarca garante que no centro de saúde de Vila Verde existe o espaço suficiente para acolher os utentes da zona do Vade, de Aboim da Nóbrega e Gondomar, e ainda de alguns lugares de Barros.

Cação é ainda perentório ao afirmar que o “centro de saúde vai voltar a abrir normalmente no final das obras”.

Alguns populares, no entanto, acham que haviam outras soluções provisórias mais próximas da região norte do concelho, como até em edifícios em Aboim da Nóbrega ou mesmo na Portela do Vade.

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Jornalista