Braga

Braga. PCP exige igualdade para trabalhadores da BRAVAL

Braval (c) sergio freitas
Redação
Escrito por Redação

A Direcção da Organização Regional de Braga (DORB) do PCP, ao ter conhecimento do novo comunicado do sindicato dos trabalhadores da administração local (STAL) sobre as condições de trabalho na BRAVAL, vem por este meio “solidarizar-se e associar-se às suas exigências”, avança a estrutura em comunicado.

De acordo com o sindicato, prevalecem desigualdades entre os trabalhadores da empresa BRAVAL e os trabalhadores municipais, nomeadamente no que ao tipo de contratação diz respeito e ao salário mensal.

Já o PCP diz que na BRAVAL, empresa cujos seis acionistas são os municípios de Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Amares, Vila Verde e Terras de Bouro, os salários dos trabalhadores são “consideravelmente abaixo do que os trabalhadores destas autarquias auferem pelo mesmo número de horas trabalhadas num mês”.

“A título de exemplo, refira-se que parte significativa dos trabalhadores da Braval está a receber um salário base de apenas 435 euros mensais (o que corresponde a 387 euros líquidos), enquanto qualquer trabalhador das Autarquias accionistas daquela empresa, estando com contrato de trabalho a tempo completo em regime de jornada contínua, aufere, no mínimo, um vencimento base mensal de 580 euros em troca de igual número de horas de trabalho (30 horas semanais)”, refere o PCP.

Ainda segundo o comunicado emitido pelo STAL, nesta empresa de tratamento de resíduos “existem 43 vínculos precários” e um “número elevado de contratos de trabalho a tempo parcial”.

A DORB do PCP, acompanhado o STAL, deixa o apelo às autarquias acionistas da BRAVAL para que “estabeleçam a igualdade de tratamento e de condições de trabalho em todo o universo dos serviços municipais, respeitando o princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador”.

A DORB do PCP considera que o recurso pela Braval a contratos de trabalho a tempo parcial é “excessivo e injustificado”, devendo esse contratos ser “convertidos em contratos a tempo completo, salvaguardando os direitos dos trabalhadores e com o horário máximo de 35 horas”.

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