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Alunos da UMinho vencem prémio com reportagem em Vila Verde

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Escrito por Redação

Três alunos de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho venceram hoje a segunda edição do Prémio Fernando de Sousa – categoria Estudante, no NewsMuseum, em Sintra. O comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, distinguiu Eduardo Miranda, Hélio Carvalho e João Pedro Quesado pela reportagem “Luz ao Fundo da Europa”, sobre uma família refugiada que viveu em Vila Verde, publicada no jornal académico ComUM Online.

João Pedro Quesado, coautor da reportagem e diretor da publicação, sentiu “um orgulho enorme” pelo prémio, que o ComUM recebe pela segunda vez consecutiva. “Enquanto aspirantes a jornalistas, é um privilégio sermos reconhecidos por algo que estudamos e que, profissionalmente, ansiamos fazer. A história da família síria é marcante e representativa de muitas que passaram pelas mesmas dificuldades. Gostávamos que ela chegasse às instituições europeias para que não nos esqueçamos deste flagelo humanitário e temos a certeza que Fernando Sousa [o saudoso jornalista que dá nome ao prémio] quereria o mesmo”, referiu. O prémio é promovido pela Representação da Comissão Europeia em Portugal, visa reconhecer trabalhos informativos de excelência em assuntos europeus e dá direito a uma viagem de InterRail pela Europa, no valor de 3000 euros.

O ComUM é um órgão independente realizado por alunos da licenciatura e do mestrado em Ciências da Comunicação da UMinho, sendo considerado um exemplo no panorama português na qualidade do jornalismo académico e no papel que este pode ter na sociedade. Em 2017 venceu a primeira edição do Prémio Fernando de Sousa, pela reportagem “O ‘bicho-papão’ não mora aqui”, de Pedro Costa, Tiago Ramalho, Pedro Esteves e Paulo Costa, sobre os processos de integração nos bairros sociais de Famalicão, bem como o prémio “Ciberjornalismo Académico” do Observatório do Ciberjornalismo, pela reportagem “26 Km² de silêncio entre Portugal e Espanha” de Paulo Costa e Pedro Esteves, sobre o quase desconhecido Couto Misto. Venceu também o prémio “Ciberjornalismo Académico 2015”, pela reportagem “Por onde já não navegamos”, de Rui Barros e Ricardo Castro, sobre o fim de vida dos Estaleiros de Viana do Castelo.

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