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Junta de Soutelo quer mais patrulha da GNR nas praias de Vila Verde

Posto da GNR de Vila Verde (c) FAS / Semanário V
Redação
Escrito por Redação

Filipe Silva, presidente da Junta de Soutelo, em Vila Verde, está insatisfeito com a atuação da GNR de Vila Verde no que toca a questões de segurança nas praias, tanto em Porto Carreiro (Soutelo) como na Ponte Nova (Loureira).

A queixa vem na sequência das agressões que ontem fizeram três feridos, todos residentes em Soutelo, depois de uma confusão de trânsito com um grupo de bracarenses de etnia cigana que estavam na praia de Porto Carreiro.

O grupo terá entrado em agressões com os residentes em Soutelo, junto ao clube de ténis, tendo depois encetado fuga para a praia, onde acabaram por ser identificados pela GNR que se deslocou ao local em conjunto com os Bombeiros de Vila Verde.

Segundo Filipe Silva, a GNR “mal se vê”. “Temos vindo a solicitar à GNR de Vila Verde que faça mais patrulha junto às praias porque chega a esta altura e a situação fica fora de controle”, diz Filipe Silva, sem nunca se referir concretamente ao grupo de etnia cigana, proveniente de Santa Tecla, em Braga, que habitualmente se desloca em grande número até aquele espaço no verão.

“Já o ano passado tivemos aqui o mesmo grupo a mostrar uma pistola ao dono do bar, e depois acabaram todos por ir para a Ponte Nova, na Loureira, e quase mataram o comerciante de lá ao murro”, recorda Filipe Silva que questiona mesmo: “Mas nós temos GNR em Vila Verde?”.

O autarca diz que, já desde o ano passado, tem sido solicitada mais intervenção por parte dos militares na freguesia de Soutelo durante a época balnear, com especial incidência sobre a praia de Porto Carreiro. “A época balnear ainda está a começar e já temos duas pessoas com a cabeça aberta”, vaticina Filipe Silva.

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