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Braga. Encarregados de educação vencem luta e escola em Palmeira não encerra

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Escrito por Redação

“Depois de uma corajosa luta por parte dos pais e encarregados de educação da Escola do Coucinheiro, em Palmeira, a DGEstE comunicou a decisão da continuação das duas valências (educação pré-escolar e 1.º ciclo) no próximo ano lectivo.”.

O anúncio foi feito por Carlos Almeida, vereador da Câmara de Braga eleito pela CDU. A escola básica de Coucinheiro, na freguesia de Palmeira, já não vai encerrar portas, como terá recomendado o executivo municipal liderado por Ricardo Rio em parecer enviado ao Governo, devido ao número reduzido de inscrições naquele estabelecimento. Mas a CDU questionou este parecer e alegou que os alunos estavam a ser direcionados para outra escola na altura da matrícula.

Em comunicado, a CDU de Braga indica que “depois de vários mal entendidos acerca dos dados de que a Câmara Municipal dispunha na altura do parecer que emitiu, no que ao número de matrículas dizia respeito, a CDU permaneceu ao lado dos pais e encarregados de educação daquele estabelecimento escolar, que denunciaram por várias vezes o encaminhamento de matrículas para outra escola, a mesma que passaria a ser a de referência caso se desse o encerramento do Coucinheiro”.

Segundo a CDU, “através da pressão que se conseguiu exercer tanto em sede de reuniões de Câmara como através de uma recomendação apresentada pela CDU na última sessão da Assembleia Municipal de Braga, a Câmara assumiu que iria alterar o seu parecer.

Já o PCP, através da deputada Carla Cruz, explica que a vereadora da Educação da Câmara de Braga comunicou à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) o encerramento daquela escola, situada em Palmeira, Braga, fundamentado “no facto de não haver alunos para frequentar o 1.º ano do 1º ciclo”.

O PCP explana que a vereadora assumiu ainda desconhecer que o Agrupamento de Escolas Sá de Miranda, no qual está integrada a Escola do Coucinheiro, “há dois anos que não aceitava inscrições para o 1.º e 2.º anos”, facto que Carla Cruz aponta “estranhar, já que o planeamento e gestão da rede escolar é da competência dos órgãos municipais”.

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