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Património. Castelo de Braga já tem um blogue na ‘net’

Ricardo Sant´Anna no "interior" do castelo c) FAS / Semanario V
Redação
Escrito por Redação

Ricardo Sant’Anna e Manuel Pinho, os dois entusiastas pela promoção e valorização do antigo Castelo de Braga situado onde hoje estão os edifícios da Arcada, criaram um blogue na internet com o nome “O Homem do Castelo” para desvendar um pouco das descobertas que têm feito.

A par do grupo de Facebook “O Castelo de Braga e a sua História”, este passa a ser local privilegiado para quem quer buscar informação sobre o período medieval da cidade e seu imponente castelo do qual hoje em dia restam ruínas e a torre de menagem.

“Porque a recolha de informação não é apenas um acumular de material para se guardar numa gaveta ou num dossier poeirento, todo este conhecimento tem vindo a ser divulgado no Grupo do Facebook. Infelizmente esta plataforma não é a ideal para partilhar determinados conteúdos, pelo que decidimos nos últimos tempos avançar com a frente de combate nutras direcções”, escrevem os autores no novo blogue, que até já revelou a figura típica que guardava o antigo castelo bracarense e que dá nome à publicação.

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“O Homem do Castelo representa a combinação de dois seres históricos muito reais; O Guarda da porta do castelo, que guardava e defendia a entrada do magnífico baluarte de defesa, que permitia ou negava a entrada para impedir atos de traição, e o Guarda, que à noite, com as portas fechadas e sentado ao coberto da noite resguardado do frio e da chuva, protegido por uma fogaça, contava as velhas histórias do castelo e do povo a quem o quisesse ouvir. Já com alguma idade que o impedia combater na frente, tinha contudo a força, sabedoria e principalidade a confiança do Rei para manter o seu castelo seguro e mais do que isso, tinha a capacidade de, qual livro vivo, manter a história da sua gente viva na memória e passá-la aos outros como só um contador de estórias pode fazer”, escrevem os autores.

Os autores pretendem ainda uma maior participação da comunidade bracarense e na “salvaguarda da memória histórica” do passado. “Por isso decidimos investir em novos meios de comunicação, novas maneiras de fazer chegar a mensagem às pessoas, de forma mais atrativa, mais simples, mais didática e talvez até mais divertida”, escrevem, revelando ainda a criação de um “Vlogue” para elaborar reportagens e entrevistas sobre o património bracarense.

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