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Vila Verde é o quinto concelho no distrito com mais verba de Estado

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Escrito por Redação

O concelho de Vila Verde é o quinto do distrito a receber uma maior verba do Orçamento de Estado previsto para 2019.

Segundo nota publicada no site da Direção-Geral do Orçamento​ a Proposta de Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), o Governo propôs uma alocação de 14.276.909,00 euros para Vila Verde, com as uniões de freguesias a contarem com os valores mais “chorudos”.

Também o vereador José Morais [PS], publicou as verbas que contemplam o concelho em nome de “transparência” e “informação” aos munícipes.

Segundo a proposta governamental, Ribeira do Neiva é quem mais recebe [210.672,00€], seguindo-se a União de Freguesias do Vade [133.750,00€] e a União de Sande, Vilarinho, Gomide e Barros [114.628,00€]. Regalados, Valbom, Esqueiros e Escariz são as restantes uniões que surgem na lista. A Vila de Prado surge em oitavo da lista, com 58.384,00€.

Concelho de Vila Verde é o quinto concelho com mais verba no distrito

Vila Verde [14.276.909,00@] surge como o quinto concelho com a maior verba no distrito, sendo apenas ultrapassado por Barcelos [27.580.641,00€], Guimarães [27.445.032,00€], Braga [22.930.641,00€] e Famalicão [22.243.189,00€].

Amares [6.273.271,00€] e Terras de Bouro [6.085.633,00€] são os concelhos que menos verba recebem na proposta apresentada por António Costa e restante membros governativos.

Governo apresente proposta em vários pontos do país. E começa por Braga

O secretário-geral do PS apresenta aos militantes e simpatizantes socialistas a proposta de Orçamento na segunda-feira, em Lisboa, no âmbito de um conjunto de sessões de esclarecimento com vários membros do Governo em todo o país.

Nesta iniciativa promovida pela direção do PS, as sessões de esclarecimento sobre a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2019 começam na sexta-feira e terminam na próxima terça-feira, em Serpa, no distrito de Beja, com uma conferência a cargo do novo secretário de Estado da Energia, João Galamba.

Na passada terça-feira, António Costa apresentou a proposta de Orçamento para o próximo ano aos deputados socialista e, depois, à noite desse mesmo dia, aos membros da Comissão Política Nacional do PS, onde foi confrontado com reivindicações de aumentos salariais na administração pública por parte do dirigente da UGT José Abraão.

Sobretudo na reunião da Comissão Política Nacional do PS, António Costa procurou salientar a necessidade de o Governo minoritário socialista seguir uma política de reposição de rendimentos e de melhorias sociais, mas com “contas certas” e “responsabilidade” financeira para que os “avanços alcançados” sejam sustentados.

De acordo com vários membros da Comissão Política Nacional ouvidos pela agência Lusa, o líder socialista referiu que no início desta legislatura, em Novembro de 2015, quando se formou o actual executivo, disse que o seu partido não podia ser “o PASOK”, numa alusão às duras políticas de austeridade postas em prática pelos socialistas gregos.

Mas, António Costa, em defesa dos princípios do rigor financeiro e da sustentabilidade nos avanços sociais, também acrescentou nesta terça-feira à noite que o PS não acabará como o PT (Partido dos Trabalhadores) do Brasil.

A série de conferências sobre a proposta do Governo de Orçamento abre na sexta-feira em Braga, com o ministro do Planeamento, Pedro Marques, em Bragança com o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e em Almada (Setúbal) com o titular da pasta das Finanças, Mário Centeno.

No sábado, haverá sessões de esclarecimento em Vila Velha de Ródão (Castelo Branco) e em Coimbra, respectivamente com os secretários de Estado Alexandra Leitão e Pedro Nuno Santos, mas também em Évora (secretário de Estado Miguel Cabrita), Faro (ministro da Ciência, Manuel Heitor), Torres Vedras (secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho), Guarda (secretário de Estado da Educação, João Costa) e Leiria (ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita).

Ainda neste sábado, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendes, estará em Avis (Portalegre), o ministro do Trabalho, Vieira da Silva, no Porto, a secretária de Estado Mariana Vieira da Silva em Santarém, a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, em Ponte da Barca (Viana do Castelo), o ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, em Chaves (Vila Real) e, finalmente, o titular da pasta da Agricultura, Luís Capoulas Santos, em Santa Comba Dão (Viseu).

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