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GNR fez 46.500 patrulhas na floresta e deteve 100 suspeitos do crime de incêndio

Incêndio em Dossãos 2018 (c) Luís Ribeiro / Semanário V
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A Guarda Nacional Republicana (GNR) assumiu como uma das suas prioridades para o presente ano, a prevenção dos incêndios florestais, tendo vindo a desenvolver um esforço significativo através da realização de ações de sensibilização e fiscalização.

Para este efeito, a GNR, através das suas valências de proteção da natureza e ambiente, territorial, investigação criminal, bem como do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), adotou um dispositivo de patrulhamento e vigilância reforçado, com especial incidência nas áreas dos interfaces urbanos florestais, dada a sua maior vulnerabilidade e perigosidade, face à ocorrência de incêndios florestais.

No período de 1 de janeiro a 23 de outubro e no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios, a GNR realizou cerca de 46 500 patrulhas, tendo registado os seguintes resultados:

· 100 detidos pelo crime de incêndio florestal;

· 852 identificados, suspeitos de terem praticado o crime de incêndio florestal;

· 5 946 crimes de incêndio florestal (menos 3 156 crimes do que em igual período de 2017);

· 12 335 ocorrências de incêndio florestal (menos 8 186 do que em igual período de 2017);

· Mais de 8 mil autos de contraordenação.

Ontem, dia 22 de outubro, no concelho de Trancoso, foi detido um indivíduo de 67 anos, pelo crime de incêndio florestal, devido a uma queima de sobrantes, cujo fogo se descontrolou, acabando por arder uma área total de 4 000 m2 de mato e pinheiros.

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