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Juventude Popular quer mais polícia em Braga

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Escrito por Redação

A Juventude Popular de Braga apresentou esta segunda-feira propostas e preocupações relativas à segurança em Braga, destacando algum clima de insegurança sentido junto à Universidade do Minho.

Essas mesmas preocupações foram enviadas em carta aberta para a tutela do Ministério da Administração Interna, bem como para o presidente da Câmara de Braga, para o reitor da Uminho, presidente da AAUM e presidentes da Junta de S. Victor e União de freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães.

Aquela ‘jota’ aponta um contexto de “sucessivos atos criminais nas imediações da Universidade do Minho”, algo que estará a preocupar a comunidade académica. No entanto, a mesma ‘jota’ diz que Braga tem contrariado todos os indicadores nacionais no que diz respeito ao aumento da criminalidade num contexto de crescimento populacional e parcos recursos.

Diz ainda a ‘jota’ que têm sido encetados esforços no que à segurança dos estudantes diz respeito, como o reforço da iluminação na residência universitária de Loyd, bem como, no percurso entre este equipamento e a Universidade, mas que isso não impede que possa haver uma escalada de criminalidade violenta.

A JP alerta para a falta de meios na PSP de Braga, apontando apenas “duas viaturas” durante a noite para cerca de 200.000 habitantes.

“Esta realidade afeta todos os bracarenses, mas sobretudo, os estudantes cuja vida noturna é indissociável da sua experiência académica, que merece ser vivida em condições de plena liberdade e segurança”, refere a ‘jota’.

“Exigimos que, a curto prazo, sejam redistribuídos os meios existentes em território nacional de forma a cobrir as falhas existentes na segurança da cidade, por consequência do aumento populacional; No entanto, é fundamental realizar investimentos para garantir a sustentabilidade da cobertura da rede de proteção dos bracarenses no longo prazo, entre esses encontra-se a construção de uma nova esquadra central da PSP e da GNR que propomos que sejam partilhadas na antiga Quinta da Arcela, em Lamaçães, propriedade com cerca de 5 hectares e propriedade do Estado Português”, refere a estrutura partidária afeta ao CDS-PP.

“É de elementar justiça que, de modo a colmatar o défice existente, se priorize o concelho de Braga nos próximos concursos para a admissão de novos efetivos, combatendo a diminuição do número total de efetivos até 2020”, diz a mesma ‘jota’, pedindo ainda a criação de uma esquadra de proximidade em parte do antigo edifício do Hospital Psiquiátrico de Braga, propriedade do estado, na rua do Vilar, junto à Universidade.

“Com esta proposta da JP, duplicamos o número de esquadras existentes na capital do Minho e, por consequente, as respostas efetivas na prevenção, segurança e combate ao crime”, referem.

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