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Francisco Mota acusa Governo de “devaneio marxista” em relação ao Hospital de Braga

Francisco Mota (JP Braga)
Redação
Escrito por Redação

Face às últimas notícias sobre o fim da Parceria Público-Privada do Hospital de Braga, Francisco Mota, líder da Juventude Popular (JP) de Braga reage afirmando “a governação socialista é desastrosa, tendenciosa, populista e eleitoralista. Este tipo de governantes em nada beneficia os Portugueses e asfixiam cada vez mais os serviços públicos, nomeadamente a saúde.”.

Segundo o presidente da estrutura bracarense, “a sobrevivência política de António Costa não olha a meios para atingir os seus fins, nem que isso coloque o sistema nacional de saúde “ligado às máquinas””. “O importante é manter as extremas-esquerdas, PCP e BE, satisfeitas ideologicamente de forma a garantir a estabilidade política necessária para prosseguir com o devaneio socialista e marxista”, acrescenta.

Mota, reforça ainda que o que estão a fazer à Parceria Público-Privada (PPP) do Hospital de Braga “é um atentado ao serviço público, ao seu bom funcionamento e à qualidade de vida de todos os cidadãos da região do Minho”. Na opinião do líder centrista, não se trata de questões orçamentais ou obrigações contratuais, mas antes uma perseguição ideológica de quem não quer compreender e apreender que o serviço público nem sempre terá que ser exercido pelo Estado. Enaltecendo a proximidade com que se trata os problemas das pessoas e a fórmula como se encaram as respostas poderá estar nas mãos dos privados, afirma: “os resultados operados são mais do que evidentes: o Hospital de Braga é dos melhores do país”.

“Menos Estado poderá significar melhor Estado”, declara o líder da estrutura. Lembrando que os serviços quer sejam centrais ou locais, os privados têm provado estar à altura das funções públicas. “Usemos os maus exemplos das más parcerias público-privadas, não para destronar as boas, mas antes para não voltar a cometer os  mesmos erros. O caso da PPP do Hospital de Braga é uma boa parceria entre público e privado, mas, sobretudo, é uma boa parceria para os cidadãos do Minho. O que o PS está a fazer a esta região é um ataque pleno aos direitos de acesso à saúde de qualidade”, remata Francisco Mota.

É insustentável que o grupo privado continue a assumir integralmente os custos do tratamento no Hospital de Braga de doentes com HIV, Esclerose Múltipla e Hepatite C. O presidente da JP Braga recorda que: “não esqueçamos que os financiamentos estatais para estes tratamentos no Hospital de Braga foram cancelados por este mesmo governo, em 2016 nos casos do HIV e da Esclerose Múltipla e recentemente no caso Hepatite C, e que representam um montante anual na ordem dos 10 milhões de euros”.

Não compreendendo o motivo pelo qual o governo chama a si a gestão do hospital até abertura de novo concurso público, questiona: “mas então porque não abriu o concurso atempadamente? Se o privado mantém uma gestão de excelência, dos melhores do país, o porquê deste desfecho? Com a passagem para a gestão estatal, não vai o público ter que assumir aqueles mesmos tratamentos no valor de 10 milhões de euros ou, simplesmente, Braga irá perder aqueles serviços?”. Ainda assim, acredita que infelizmente tudo não passa de mais uma manobra« de ilusionismo socialista que merece uma resposta e um compromisso dos deputados eleitos pelo distrito. Parem de brincar com a saúde e a vida das gentes da nossa terra.

Por último, Francisco Mota, não compreende a atitude dos deputados de Braga do PS, PCP e BE, “quando o Estado tem uma boa parceria, como a PPP do Hospital de Braga, em que poupa 200 milhões, mas não quer pagar diversos cuidados prestados no valor de 50 milhões, mas, no entanto, o mesmo Estado não permite à CM Braga o término de uma parceria desastrosa como a SEGEB – campos de futebol sintéticos – onde poderia poupar  80 milhões. Dois pesos e duas medidas de quem vê o país através de Lisboa e não o contrário, significando um prejuízo enorme para todos os bracarenses”, finalizou.

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