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Seco Magalhães quer saber se a rede de gás “encalhou” em Maximinos

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Escrito por Redação

João Seco Magalhães, candidato independente derrotado nas últimas autárquicas e secretário da Junta de Freguesia de Sé, Cividade e Maximinos, veio hoje a público questionar a AGERE sobre uma “vala” aberta em Maximinos há alguns meses para a conduta da rede de gás natural, que não chegou a conhecer avanços.

Segundo o também antigo presidente de junta de Maximinos, a Rua Cruz de Pedra, onde sucede a situação, é também uma “artéria com os passeios mais degradados e irregulares da cidade de Braga” e “a rede de gás encalhou ali há muitos meses e não se sabe quando segue em frente, gerando descontentamento dos moradores”.

Diz Seco Magalhães que a obra ficou parada há meses por terem sido encontradas caleiras romanas, sendo responsabilidade dos serviços de Arqueologia da Universidade do Minho fazer um respetivo acompanhamento das obras, para não danificar as ruínas romanas.

No entanto, diz a mesma figura política, aqueles serviços não fizeram o acompanhamento e a obra não conheceu desenvolvimentos, até hoje. “Hoje a AGERE desatou a abrir uma vala, sem acompanhamento do Serviço de Arqueologia.  que se passa constitui um verdadeiro nó cego para a capacidade de entendimento dos seus moradores”, atira Seco Magalhães.

O política recorda que “para os mais idosos é um calvário permanente que se prolonga indefinidamente, para carregar com a botija de gás para suas casas, sempre que necessário”. “Por estes dias de frio elevado, a dureza é ainda maior e o desconforto gera raiva perante esta situação que ninguém aparece para lhes explicar”, diz.

“A degradação dos passeios ficou a dever-se a sucessivas intervenções de redes infra-estruturais, desde o abastecimento de água, ao saneamento básico, passando pelas águas pluviais, telefones e eletricidade. Todas estas redes passaram por ali, deixando as suas marcas, mas recentemente, com a rede de gás, o problema agravou-se devido à alegada descoberta de umas caleiras romanas”, denuncia.

“Com essa alegada descoberta, ocorrida há alguns meses, nunca mais foram retomadas as obras para dotar uma das mais antigas ruas de Braga com esse serviço tão apreciado, mais em conta para os magros orçamentos e, garantem os moradores, não é por falta de interessados”, diz Seco Magalhães.

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