Braga

Política. Francisco Mota (JP/Braga) preocupado com o atraso nas bolsas de estudo

Francisco Mota (JP Braga)
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Escrito por Redação

Face às notícias acerca da redução das propinas no ensino superior, Francisco Mota, Presidente da JP de Braga, manifestou a sua preocupação com os dados relativos à situação dos alunos bolseiros nacionais e, em particular, regionais.

O líder da Juventude Popular de Braga adianta que, hoje, “1143 alunos da Uminho aguardam resposta acerca da sua situação enquanto bolseiros, sendo que no país há cerca de 19 mil estudantes que se encontram nas mesmas circunstâncias”. Acrescentou, ainda, que esta situação poderá acarretar consequências para as famílias, que poderão ser obrigadas a adiantar “dinheiro que não possuem, para financiar os estudos dos filhos”.

De acordo com Francisco Mota, existe, neste momento, “uma falha grave do sistema de ação social no ensino superior, pilar fundamental de justiça e igualdade de oportunidades” e questiona, ainda, “onde foram parar os profetas da solidariedade?”.

Refere, ainda em comunicado, que compreende “que fragilizar este mecanismo de ajuda, talvez seja a melhor forma de justificar a imprudência da abolição das propinas, no entanto, não é seguramente a melhor forma de defender os interesses dos estudantes universitários” e acrescenta que a qualidade do ensino superior “fica de fora”.

O líder centrista assegura que, perante esta situação, “as novas gerações sabem que contam com a JP de Braga para resolver os constrangimentos que as impedem de desfrutar, de forma plena, de um ensino de qualidade” e reforça a sua palavra recordando medidas anteriores expostas, como a cedência da Escola Luís de Castro para alojamento universitário, a proposta de criação de uma esquadra de proximidade nas imediações da Universidade do Minho e o reforço da segurança noturna. “Os jovens bracarenses sabem que contam, tal como contaram no passado, com a JP para a defesa dos seus interesses de forma responsável e inconformada e ainda com uma postura positiva e propositiva. Carregamo-los no coração, e não “no punho””, concluiu.

 

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