Braga Destaque

JP de Braga congratula-se com a aplicação da taxa turística em Braga

Francisco Mota (c) Mariana Gomes / Semanário V
Mariana Gomes
Escrito por Mariana Gomes

Face às recentes notícias acerca da intenção de aplicar uma cobrança, chamada “taxa turística”, em Braga, o líder da JP de Braga, Francisco Mota, afirma que se congratula “com a adoção de uma medida que consta do pacto geracional”, proposto pela Juventude Popular ao executivo municipal.

Para o presidente da estrutura bracarense, “o crescimento do turismo, e a crescente aposta no setor, têm sido fundamentais para a concretização de uma estratégia de desenvolvimento económico e modernização do concelho” e acrescenta que, “de acordo com os dados disponíveis até setembro de 2018, a afirmação de que a aposta neste setor tem sido ganha reveste-se de certeza”.

Francisco Mota apresenta, em comunicado, dados turísticos registados, sendo que, entre 2013 e 2018, foram registadas mais de dois milhões de dormidas em Braga. “A acompanhar estes números, podemos apresentar o crescimento das unidades de alojamento local. Estas passaram de 4, em 2013, para 278 (referente a setembro 2018)”.

Em 2014, segundo o INE, os proveitos com a atividade turística, atingiram os 13 milhões de euros, 14 milhões em 2015, 18 milhões em 2016 e, em 2017, os 22 milhões de euros, assegura o líder centrista.

Na opinião de Francisco Mota, o sinónimo da centralidade que a cidade tem alcançado no que diz respeito ao turismo, é a nomeação de Braga para Best European Destination em 2019, e admite que “ter oportunidade de ladear com cidade como Roma ou Barcelona reforça o potencial do concelho e faz-nos acreditar que seremos capazes de derrubar impossíveis e alargar horizontes “.

“A nomeação, reflete um caminho que resulta de uma visão integrada da câmara municipal e de uma estratégia concertada com a Associação Comercial de Braga, em particular, e com todos os agentes culturais, e do setor, em geral”, remata.

Mota acredita que “tudo se encaminha” para um crescimento do turismo nos próximos anos, no entanto, “caso não seja feita a devida gestão urbana, esta atividade pode provocar desequilíbrios graves na cidade o que, a longo prazo, acabará por prejudicar o próprio desenvolvimento da atividade”.

Comentários

Acerca do autor

Mariana Gomes

Mariana Gomes

Jornalista