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Sargentos da GNR defendem comandante do Sameiro investigado por castigar militares

Redação
Escrito por Redação

A Associação Nacional dos Sargentos da GNR (ANSG) anunciou que vai apoiar o comandante do posto do Sameiro, que foi alvo de um inquérito na PJ Militar, depois de ter sido acusado de obrigar os guardas a passarem, no mínimo, 15 multas de trânsito por mês.

Os militares, em abaixo-assinado, acusaram o comandante de os pressionar a multar automobilistas, sob pena de castigos, e ameçaram mesmo avançar com uma queixa-crime.

A ANSG veio a público acerca da situação, desmentindo qualquer denúncia feita pelos militares e denúnciando o “falso argumento da imposição e coação utilizado pelos militares”, afirmando que “poderia parecer convincente, mas esta postura dos militares revoltosos mais não é do que a ausência da proficiência que se lhes exige”.

Ainda em defesa do comandante, a ANSG considera que a falta de motivação é a razão pela qual “os militares deixaram de se preocupar seriamente com o trabalho” e adotaram mudanças de comportamento e de posturas “que afetam o seu desempenho enquanto profissionais”.

Concluem, assim, que “o mal estar sentido pelos militares do Sameiro não pode ser assacado ao sargento em causa, que se trata de excelente profissional e de elevado mérito, reconhecido quer pela sua cadeia de Comando quer pela população que serve”.

A ANSG assegura, ainda, que não vai vacilar “no apoio ao Sargento Comandante do Posto do Sameiro do Comando de Braga” e defendem que “nunca o sargento Helder Branco impôs a qualquer militar do Posto do Sameiro que na média individual dos 20 dias e 160 horas de serviço mensais, de serviço que prestam, procedessem à elaboração de 15 autos de contra-ordenação”.

 

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